Sobre-humano

O mendigo negro e magérrimo caminha descalço por Copacabana. Quando avista a barraca de um camelô, interrompe a jornada e espia as quinquilharias à venda. O comerciante, fazendo cara de poucos amigos, insinua que o andarilho mexeu onde não devia. Com uma expressão altiva, o sem-teto não deixa barato:
– Você está sugerindo que roubei alguma coisa? Ficou maluco? Eu sou Deus, e Deus não rouba!

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