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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A propaganda é a alma do beócio?

Being myself

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Aqui se faz, aqui se paga

Namorar

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Palavras para quê?

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Não votar é alienar-se?

“O desgaste do processo político tornou-se um fenômeno de alcance mundial. Mas cada país o vive de acordo com sua trajetória histórica. No Brasil, estamos sustentando um sistema apodrecido. Não é exato dizer que as pessoas que se afastam dele sejam alienadas. Se entendemos alienação como distância da realidade, é o sistema que se alienou, encastelando-se no próprio atraso, enquanto a sociedade avançava na aspereza cotidiana.
Quando examinamos simulações de segundo turno em alguns lugares, as coisas ficam muito claras. O índice de voto nulo é impressionante. Nem um nem outro. Esse nem um nem outro é uma espécie de mantra que ronda o sistema político brasileiro. Quase ninguém se sente representado.
Os movimentos moralizadores no Brasil, desde o tenentismo e algumas variáveis de esquerda, deram com os burros n’água. É uma ilusão, creio eu, pensar que apenas a entrada de pessoas honestas vai purificar o sistema. Desde Shakespeare, as pessoas são essencialmente as mesmas, com suas grandezas e misérias. Transparência, mecanismos de controle, redução de partidos, fim de foro privilegiado, mudanças no sistema — tudo isso aponta para um caminho promissor de mudanças. No mundo de hoje, é quase impossível salvar a política da mediocridade. Salvá-la do banditismo, entretanto, ainda é uma tarefa possível e necessária.”

Trecho do artigo As ilusões perdidas, de Fernando Gabeira

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Falso testemunho

Quanto do desejo mora realmente na palavra desejo?

A partir de um poema de Ana Martins Marques

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Uma saída?

ETs

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Pode haver verão no outono?

“Deus me deu um amor no tempo de madureza,
quando os frutos ou não são colhidos ou sabem a verme.
Deus – ou foi talvez o Diabo – deu-me este amor maduro,
e a um e outro agradeço, pois que tenho um amor.

Pois que tenho um amor, volto aos mitos pretéritos
e outros acrescento aos que amor já criou.
Eis que eu mesmo me torno o mito mais radioso
e talhado em penumbra sou e não sou, mas sou.
Mas sou cada vez mais, eu que não me sabia
e cansado de mim julgava que era o mundo
um vácuo atormentado, um sistema de erros.
Amanhecem de novo as antigas manhãs
que não vivi jamais, pois jamais me sorriram.
(…)
Deus me deu um amor porque o mereci.
De tantos que já tive ou tiveram em mim,
o sumo se espremeu para fazer um vinho
ou foi sangue, talvez, que se armou em coágulo.
E o tempo que levou uma rosa indecisa
a tirar sua cor dessas chamas extintas
era o tempo mais justo. Era tempo de terra.
Onde não há jardim, as flores nascem de um
secreto investimento em formas improváveis.”

Trecho de Campo de Flores, poema de Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 27 de setembro de 2016

É estranho viver numa época em que, olhando para trás, olhamos para a frente?

Hillary

Campanha de Hillary Clinton em Orlando
(clique na imagem se quiser ampliá-la)

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Amor de perdição

“Onde você aprendeu esses truques com facas?
Você me corta de vez em quando
De vez em quando

Você me cobre com um manto de veludo
Me aquece, me faz parecer um rei
Um rei que eu não sou
Você me prende com um beijo tão cansado
Eu sou os lábios de outro alguém
Quem?”

Trecho de Truques com Facas, canção de Mauricio Pereira

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Precisamos ser mesmo tão digitais?

Pass the Salt, vídeo dirigido por Matthew Abeler
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