quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

#SomosTodosGalinha?

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Avaliação

Se um casal tira 10 em história, mas 3 em química, deve passar de ano?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

E por que o elegeram representante de classe?

Charge de João Montanaro
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Os melhores barracos são os dos palácios?

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Se brilhava tanto, como não conseguiu iluminar a própria escuridão?

“Vá devagar, menina! Você é importante demais para nos deixar. A vida ensina a viver, desde que vivamos o suficiente.”

Conselho que o cantor norte-americano Tony Bennett gostaria de ter dado à britânica Amy Winehouse, com quem gravou um dueto. Ele  completará 90 anos em 2016. Ela morreu aos 27, em 2011, por causa do alcoolismo. A revelação de Bennett está no documentário Amy 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Acredita em amor ao primeiro match?

Quadrinho de Lokáz
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Com quem será, com quem será…?

Imagem de Amostra do You Tube

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O público, o privado e o impeachment de Dilma

“Não se trata mais de saber se se tem conta na Suíça ou não. Se se mentiu ou não aos colegas. Tudo fica pequeno quando a alma é pequena. A eventual conduta ilegal de Eduardo Cunha agora é outra. É maior. Fácil perceber. As prerrogativas de decidir pauta, horário das sessões, prioridades de votação, encaminhamento ou não dos pedidos de impeachment, por exemplo, não são prerrogativas do ‘cidadão’ Eduardo Cunha. Nem mesmo do ‘deputado’ Eduardo Cunha. São prerrogativas públicas do cargo de ‘presidente da Câmara’. Como prerrogativas públicas, não podem ser apropriadas por interesses privados. É como se um policial usasse a viatura pública, que tem finalidade de garantir a segurança da coletividade, para ir à praia com a família. Ou o delegado deixasse de registrar uma queixa porque é contra um parente seu.
Em suma: o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, estaria usando da prerrogativa pública para a proteção privada do cidadão Eduardo Cunha. São papéis com direitos e deveres distintos. Não se confundem. Não é por menos que vários juristas consideram, e já começam a surgir, junto ao Supremo, tentativas de caracterizar essa ilegalidade. Será prevaricação? (…) Será desvio de finalidade? (…) Será coação no curso do processo? (…) Será ofensa ao princípio constitucional da separação de poderes? Tentar impedir que os poderes funcionem livremente? Quem decidirá é o Supremo.
A jurisprudência sugere que o Supremo dificilmente avaliará se há ou não fato e motivo legal para o impeachment da presidente Dilma. Esta decisão cabe ao Congresso. Mas certamente será provocado a decidir sobre a legalidade ou não do processo decisório que Eduardo Cunha estaria seguindo. O ministro Marco Aurélio já está ansioso por tanto. Se o Supremo decidir que não houve ilegalidade da parte de Cunha, o processo continua. Se ilegalizado, como essa ilegalidade afetará o pedido de impeachment em curso? Afasta-se o presidente da Câmara? O processo deve parar, ou mesmo assim continuar? Pode ainda o Supremo não decidir nada. Esperar para ver.”

Trecho de Medo levou Eduardo Cunha a iniciar impeachment contra Dilma Rousseff, artigo do jurista Joaquim Falcão

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O que vai ser dos homens e de Deus quando as mulheres realmente se libertarem?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Quem disse que o governo paulista não dialoga com os estudantes?

– A polícia não pode bater na gente!, protesta um menino numa das escolas ocupadas em São Paulo, quando a PM a invade.
– Eu quero que você se foda!, esbraveja um policial logo depois, enquanto parte para cima de outro aluno.

Imagem de Amostra do You Tube
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