segunda-feira, 25 de abril de 2016

Somos todos frutos da tirania?

“Com que direito, mãe, você me deu a vida?”

Trecho de A Mãe Eterna, romance de Betty Milan 
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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Menos eu?

Poema em pixel reto

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Política é um porre?

Bela, recatada e...

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Bela, recatada e… pomar?

Pomar

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Pois é…

Day after

domingo, 17 de abril de 2016

Já cuspiu no Bolsonaro hoje?

http://worms.io/zen/

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Será que o Cunha aceita uma sugestão?

Impeachment

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Palácio do Jaburu ou dos Urubus?

“O vice-presidente Michel Temer passou a quarta-feira recebendo visitas de parlamentares e lideranças favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Somente entre as 15h e as 19h, 71 carros passaram pela portaria do Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente. Isso significa que, nesse período, entrou no Jaburu um carro a cada três minutos. No momento mais movimentado, entre as 15h e as 16h45, passaram pelos portões 45 carros, um a cada dois minutos. Por volta das 17h, uma fila de seis carros fez o trânsito na avenida onde se localiza o palácio parar enquanto os seguranças liberavam a entrada. Um deputado que participou do encontro descreveu um ‘clima de festa’ dentro do prédio. Outro disse que estavam todos confiantes na vitória nas ‘eleições’ de domingo — confundindo-se com a votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Parlamentares deixavam claro que muitos estavam ali para costurar acordos com o vice-presidente. José Augusto Curvo, o Tampinha (PSD-MT), foi direto e disse que ouviu de Temer uma afirmação que tranquilizaria vários companheiros seus: ‘Ele disse que vai trocar os ministérios, mas que no segundo e terceiro escalões não vai mudar nada. Isso acalma muitos companheiros nossos, que estavam preocupados com sua base eleitoral. Tem muito deputado indeciso que quando souber disso aí vai votar a favor do impeachment’.”

Do jornal O Globo

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Sobre gêneros literários

Kafka, no Brasil, seria cronista?

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Sociedade do espetáculo ou da vergonha alheia?

“Fazia tempo que eu não ria tanto como na semana passada, quando assisti ao vídeo do discurso de Janaína Paschoal, a musa do impeachment, na Faculdade de Direito da USP. O vídeo  circulou pela internet em mais de uma versão. Preferi a original, nua e crua, à versão cover do Iron Maiden, na qual Janaína também se sai muito bem. Soube que algumas feministas ficaram indignadas com o escárnio público, como se as piadas provocadas pelo vídeo (parece que também houve agressões infelizes e sem humor, o que costuma ser regra na internet e é sempre lamentável) fossem dirigidas às mulheres em geral e não a Janaína em particular. Ao contrário dessas feministas, fiquei feliz de não ter nada a ver com ela. Na verdade, fiquei eufórico. O riso (provocado pela performance e não pelas piadas) se misturou com a felicidade de enfim ter certeza, depois de tantos motivos para dúvida nas últimas semanas, de que estou no campo certo. A performance de Janaína é consequência de uma sociedade midiática, de exposição absoluta, que desnorteia os indivíduos entre BBBs, Facebook e o mundo das celebridades. Ninguém vê, por exemplo, obscenidade alguma em a mulher de um juiz em princípio sério e idôneo, que faz um trabalho importante contra a corrupção no país, abrir uma página no Facebook com o título ‘Moro com ele’ (trocadilho com o nome do marido), para agradecer o apoio e as centenas de milhares de mensagens de carinho da população. Se ninguém vê, não sou eu que vou explicar.”

Trecho do artigo Janaína é uma bola, de  Bernardo Carvalho
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