Arquivo de fevereiro de 2015

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Quem vai indenizar a pochete pelas difamações que já sofreu?

“- Os haters estão mais mansos com você?
– Eu tenho a impressão de que são ondas. Em certas épocas, as pessoas estão gostando mais de certo tipo de música, consequentemente daquele tipo de pessoa. E a gente, como artista, é a personificação desses gostos. Por isso é natural que depositem na Mallu, no Marcelo [Camelo], no Jorge Ben e no Caetano Veloso os ideias e as coisas que aquele trabalho representa. Que nem moda: tem épocas em que as pessoas vestem uma coisa, épocas em que fica ridículo. A pochete já foi incrível, a pochete já foi odiada, a pochete já foi um clássico. Coitada, ela é só uma pochete. O artista é meio uma pochete: ele às vezes é incrível, às vezes é mais ou menos…”

  Da cantora Mallu Magalhães, em conversa com o repórter Marcus Preto na revista TPM de fevereiro
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Dane-se o apito?

“Ê, ê, êêê, índio quer haxixe
Se não der, serve MD”

Marchinha neocarnavalesca entoada no Rio de Janeiro

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

E se fizéssemos a mesma indagação nos bairros nobres do Brasil?

“Você tem um amigo negro?”

Pergunta que o talk show de Jimmy Kimmel lançou para pedestres brancos de Los Angeles no começo de fevereiro
Imagem de Amostra do You Tube

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Curriculum Vitae

“E eu me pergunto o que é que eu sou
Vai ver eu não sou mesmo nada
E eu me pergunto o que é que eu fiz
Vai ver eu não fiz mesmo nada”

Trecho de Olha Só, Moreno, canção de Mallu Magalhães
Interpretada pela própria Mallu 
Imagem de Amostra do You Tube

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Persistência é teimosia?

Existe diferença entre não desistir e parar de insistir?

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sem piedade

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A catástrofe faz eclodir o melhor ou o pior de nós?

“Sobre a falta d’água, é exatamente o que levará São Paulo a ser a cidade mais interessante do mundo em 2015. São Paulo não está apenas na vanguarda de um problema que em breve atingirá o resto do Brasil e do planeta, mas será laboratório do seu impacto social. Se a ideia de escassez está associada ao conflito entre os homens, ela também é motor do trabalho, do comércio entre nações e, contraditoriamente, da necessidade de paz. Digressiono pelo seguinte: o racionamento fará São Paulo mais unida e solidária do que nunca. Talvez seja o que historicamente a una, pela primeira vez. E pense nas festas tribais, nuas, purpurinadas e desbundadas que ocuparão a cidade à beira da queda. O bloco Rufos e Bufos cantou no sábado passado ‘A arca de Noé virou/Bebam vinho que a água acabou’. É isso: bebamos. Tudo acaba. Para depois começar de novo.”

Trecho de A cidade mais feia do mundo, artigo de J. P. Cuenca

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Alguém se arrisca?

Extraído do Facebook de Mariana Salgado

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Madrugada

– O que aconteceu? Perdeu o sono?
– Pior: perdi o sonho.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Não existe humor em SP?

A sensacional fantasia que o paulista Alberto Ferreira e a mulher
exibiram no Carnaval de Olinda 
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