Arquivo de maio de 2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Mistérios do futebol

Se a melhor defesa é o ataque, por que nunca botam um centroavante para jogar na zaga?

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terça-feira, 6 de maio de 2014

Há coisas que ninguém jamais consegue ocultar?

“os véus transparentes
colocados nos edifícios
em construção

— uma teia, uma túnica
de tarrafa, mosquiteiro
de berço —

não os protegem do medo
nem da morte
por despencamento 

apenas invertem o processo
da chegada, estão vestidos
antes de nascerem.”

Vestidos, poema de Bruna Beber

terça-feira, 6 de maio de 2014

É agora ou nunca?

“Os momentos felizes
Não estão escondidos
Nem no passado, nem no futuro”

Trecho de À Francesa, canção de Antônio Cícero e Claudio Zoli
Interpretada por Claudio Zoli
Imagem de Amostra do You Tube

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Por que existe tanto ódio em certos amores?

“A menina escreveu uma história. ‘Mas quão melhor seria se você escrevesse um romance’, disse a mãe. A menina construiu uma casa de bonecas. ‘Mas quão melhor seria se fosse uma casa de verdade’, disse a mãe. A menina fez um travesseirinho para o pai. ‘Mas quão mais útil seria uma colcha’, disse a mãe. A menina cavou um pequeno buraco no jardim. ‘Mas quão melhor seria se você cavasse um buraco grande’, disse a mãe. A menina cavou um buraco grande e entrou nele para dormir. ‘Mas quão melhor seria se você dormisse para sempre’, disse a mãe.”

A Mãe, narrativa de Lydia Davis

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Podemos chamá-lo de rebelde com causa?

Clique na imagem para ampliá-la

sexta-feira, 2 de maio de 2014

No Brasil, até a pizza acaba em pizza?

“Deputado come fatia de pizza atirada por manifestante.”

Do jornal humorístico Piauí Herald

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Temporada de caça

E se um pato resolvesse tentar a sorte no Tinder, o aplicativo que promove encontros amorosos?

(mais…)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O Rio precisa realmente das UPPs?

“As atuais políticas de segurança pública e a omissão do braço social do Estado nas favelas são expressões de uma mesma lógica. O projeto das UPPs mostra muito bem isso, como parte de um modelo de gestão neoliberal da pobreza. Neoliberal?! Sim. O neoliberalismo produz a ‘ascensão do Estado penal’, ‘em resposta à crescente inseguridade social, e não à insegurança criminal’, diz o sociólogo Loïc Wacquant, autor da já clássica obra Punir os Pobres: o Governo Neoliberal da Inseguridade Social. O ‘neoliberalismo realmente existente’, diz Wacquant, consiste não na redução do Estado (conforme sua propaganda ideológica), mas em sua reengenharia, na ‘construção de um Estado forte capaz de opor-se de modo efetivo à resistência social à mercantilização e de moldar culturalmente subjetividades em conformidade com isso’.
Trata-se, diz ainda o francês radicado nos Estados Unidos, de uma ‘articulação entre Estado, mercado e cidadania, que direciona o primeiro para impor o selo do segundo na terceira’.  O Estado não diminui, mas ganha um novo perfil, ainda mais forte como máquina de estratificação social a serviço da mercantilização. No caso da ‘ocupação’ das favelas, isso fica bastante claro: o projeto das UPPs envolve não apenas o disciplinamento político de uma classe via repressão explícita, mas também uma disputa econômica pelo controle do mercado consumidor e produtivo dos territórios ‘pacificados’. A retórica é de que o controle territorial pelo Estado teria por fim ‘levar serviços básicos’ às favelas, mas o que se tem registrado não é isso.
A disputa pelo controle da economia dos territórios das favelas alcança não apenas a concorrência comercial pela prestação de alguns serviços, mas, de modo bastante central, a ofensiva de inclusão daquelas terras no mercado imobiliário dominado pelas grandes empresas ‘do asfalto’. Não por acaso, tem se registrado alta brutal de preços dos imóveis de favelas ‘pacificadas’, o que tem expulsado a pobreza para áreas mais periféricas do Rio e gerado lucros exorbitantes para o capital imobiliário.”

Trecho de Regina Casé, a Globo e a Suposta Denúncia da Violência Policial, artigo de João Telésforo 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Confessionário

“Você é casado ou é feliz?”

Do humorista Ary Toledo
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