Arquivo de agosto de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mesma moeda

Se a vida lhe der um limão? Esfregue-o nos olhos dela!

A partir de uma tirinha de Adão Iturrusgarai
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Faça o que digo, mas não faça o que faço

Por que preciso ser bom se Deus nem sempre é?

A partir do filme A Árvore da Vida, de Terrence Malick 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O sábio, o palpiteiro e o híbrido

Quem sabe sabe.
Quem não sabe acha.
E quem acha que sabe?

A partir da canção Como É Gostoso, de Anelis Assumpção
Interpretada pela própria Anelis
Imagem de Amostra do You Tube

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Tudo passa?

“Sou contra moda que não dure. Não consigo entender como se pode jogar fora uma roupa só porque é primavera.”

Da estilista Coco Chanel 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Quantos eus cabem num único eu?

Quadrinho de Laerte
(clique na imagem para ampliá-la)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Antes da palavra

“A pequena Jasmine já está chorando quando Dexter luta para prendê-la na cadeirinha alta. Ela sempre deixa a mãe fazer isso, mas agora está se contorcendo e gritando, um pacote compacto de músculos e barulho se agitando com uma força surpreendente e por nenhuma razão aparente, e ele começa a pensar: ‘Por que você não aprende logo a falar? Aprenda uma língua qualquer e me diga o que estou fazendo de errado’. Quanto tempo até começar a falar? Um ano? Dezoito meses? É uma loucura, um erro de projeto absurdo, essa recusa a dominar a linguagem no momento em que é mais necessária. Eles deviam nascer falando. Não conversando nem argumentando, mas transmitindo informações práticas. ‘Papai, estou com gases.’ ‘Esse tipo de atividade me deixa irritada.’ ‘Estou com cólicas.'”

Trecho de Um Dia, romance de David Nicholls 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Sem ânimo de praticar ioga?

Beba cerveja. Dá na mesma…

Dica de Georgia Barcellos

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Senzala chique

Parece que a grife espanhola Zara está usufruindo do trabalho escravo de bolivianos, paraguaios e peruanos. É o que chamam de neocolonialismo?

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O noveleiro e o intelectual

– Você viu? Mataram a Norma!
– Que norma? A culta?

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Onde foi que me deixei?

 “Quando não tinha o olhar lacrimoso
que hoje trago e tenho,
quando adoçava meu pranto e meu sono
no bagaço de cana do engenho,
quando ganhava este mundo de meu Deus
fazendo eu mesmo o meu caminho
por entre as fileiras do milho verde
que ondeia, com saudade do verde marinho,
eu era alegre como um rio
um bicho,  um bando de pardais
como um galo, quando havia
quando havia galos, noites e quintais.
Mas veio o tempo negro e, à força, fez comigo
o mal que a força sempre faz.
Não sou feliz, mas não sou mudo
Hoje canto muito mais”

Letra de Galos, Noites e Quintais, canção de Belchior
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