Arquivo de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O novo é sempre novidade, mas nem sempre a novidade é nova?

“Estou à procura do novo, não da novidade.”

Do diretor teatral Antunes Filho
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Por que algumas canções tantas vezes ouvidas ainda me deixam tão feliz?

La Vie en Rose, de Édith Piaf e Louis Gugliemi,
interpretada pelo duo Pomplamoose, de São Francisco
Dica de Julia Medeiros

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Apertando o cinto

Papai Noel precisa cortar despesas. Mas como? Um dos duendes parece ter a solução:
– Se o senhor tornar mais rígidos os padrões que distinguem os bons meninos dos maus meninos, podemos economizar bilhões em brinquedos.

A partir de um quadrinho de Bob Thaves

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A descrença nos liberta?


Quadrinho de Kioskerman
(clique na imagem para ampliá-la)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Então o amor não é cego?

“- Nós nunca nos vimos uns aos outros. Fazemos perguntas entre nós e respondemos, vivemos juntos, estamos sempre juntos. No entanto, não sabemos como somos… Podemos nos tocar com as duas mãos, só que os olhos podem mais do que as mãos.
– Às vezes, vejo a sombra quando alguém está contra o sol.
– Nunca vimos a casa onde vivemos mesmo tateando as paredes e as janelas. Não sabemos onde moramos.
– Dizem que é um velho castelo, sombrio e miserável. Nele nunca se vê a luz, a não ser na torre onde fica o quarto do padre.
– Quem não enxerga não precisa de luz.
– Quando pastoreio os bichos, as ovelhas se recolhem sozinhas ao perceber, à noite, aquela luz na torre…  Elas nunca se perdem.
– Já faz anos e anos que estamos juntos, e nunca nos avistamos sequer! Parece que estamos sempre sozinhos!… É preciso ver para amar…”

Trecho da peça Os Cegos, do dramaturgo belga Maurice Maeterlinck. No espetáculo, que flerta com o teatro do absurdo, 12 deficientes visuais, moradores de uma pequena ilha, se descobrem perdidos 

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Nada mais corajoso que a coerência?

“Cem medo de errá”

Pichação num muro de São Paulo

domingo, 1 de agosto de 2010

Dicionário profano da Flip

Há quem sacralize a literatura e tudo o que a rodeia. Mesmo assim, livros, autores e editores continuam se revelando demasiadamente humanos. A Festa Literária Internacional de Parati, que atinge neste mês a oitava edição, é cada vez mais uma amostra de como o prosaico se une à discussão elevada de ideias e à leitura de textos sublimes. O evento se tornou de fato uma festa, com todos os ingredientes que as boas celebrações devem ter: gracejos, trapalhadas, maledicências, encontros amorosos, bebedeiras. Os verbetes a seguir reconstituem um pouco do mundano que a cidade fluminense presenciou desde o nascimento da Flip, em 2003

Colaboração: Júlia Contrucci

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