Arquivo de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Amores fugazes ou casamento?

Em outras palavras: amizade colorida ou amizade dolorida?

Compartilhar

quarta-feira, 3 de março de 2010

Por que gostamos tanto de pastelões?

“É natural que, na vida, uma torta na cara provoque o riso, desde que se desmanche na cara dos outros. (…) Mas nos filmes de O Gordo e o Magro não é a torta na cara que nos delicia, e sim a pausa entre a provocação e a resposta, os longos segundos em que o Gordo enxuga do rosto o creme chantilly, e a lentidão com que aproxima a própria torta do rosto do Magro que espera, único a ignorar o seu futuro imediato. Questão de ritmo, não de torta.”

Trecho de Campanile: o Cômico como Estranhamento, ensaio de Umberto Eco

quarta-feira, 3 de março de 2010

Melhores que as duplas sertanejas, não?


Clipe do duo japonês U900

Dica de Bruno Moreschi

terça-feira, 2 de março de 2010

Primeira consulta com o psicanalista

– Creio que o seu caso é para terapia de grupo.
– Eu e um grupo de pacientes?
– Não. Você e um grupo de terapeutas.

terça-feira, 2 de março de 2010

Escondeu-se porque fez má-criação?

Quadrinho de Laerte
(clique na imagem para ampliá-la)

terça-feira, 2 de março de 2010

Praticar esportes de inverno é escrever poemas com o corpo?

“Nunca tive uma impressão mais poderosa de harmonia do que a produzida pelas lentas e repetidas mudanças de ritmo dos atletas da patinação de velocidade quando surgem das curvas, aceleram nos trechos curtos e entram na próxima curva em sua faixa de competição; nunca achei um movimento corporal mais improvável do que o do patinador artístico quando toca o solo com segurança depois de um salto quádruplo, ou mesmo quíntuplo; não conheço fusão maior entre a paisagem e o homem do que a do esquiador que se lança morro abaixo; e para mim não há maior nem mais impressionante improbabilidade atlética do que a do voo esticado de um saltador de esqui (ou de um atleta de half-pipe snowboard). Mais ainda do que em grande parte dos esportes de verão, assistir a esses eventos desperta em mim o desejo impossível de voltar a ser novamente natureza, de recuperar certos instintos há muito perdidos e formas de movimento em sincronia com nosso ambiente. (…) Não há dúvida de que, quanto mais completamente nossa vida cotidiana for absorvida pela aborrecida fusão entre computador e consciência, tanto maior se tornará nosso desejo de existir como poesia física.”

Trecho do artigo O fascínio ancestral da neve, de Hans Ulrich Gumbrecht

segunda-feira, 1 de março de 2010

Delegado Espinosa

Foto João Wainer

Luiz Alfredo Garcia-Roza com a máscara de Espinosa.
O personagem foi desenhado por Claudius, fã do delegado

O protagonista do romance Céu de Origamis incorpora em Luiz Alfredo Garcia-Roza, autor do livro, e afirma: “O crime compensa, sim”

(mais…)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Lost in translation

“Imaginamos conhecer as pessoas que amamos.
Nossos maridos, nossas esposas. Nós os conhecemos _somos eles, às vezes; quando nos separamos numa festa, nos pegamos expressando suas opiniões, seus gostos em matéria de comidas ou livros, contando um caso que nunca aconteceu conosco, e sim com eles. Observamos seus cacoetes ao conversar, ao dirigir e ao se vestir, como mergulham o cubo de açúcar no café, fixam o olhar enquanto passa de branco a marrom, e depois o soltam, satisfeitos, dentro da xícara. Observei meu marido fazer isso todas as manhãs; eu era uma esposa vigilante.
Imaginamos conhecê-los. Imaginamos amá-los. Mas o que amamos acaba se revelando uma tradução ruim, uma tradução que nós mesmos fizemos de uma língua que mal conhecemos. Tentamos superá-la para chegar ao significado do original, mas jamais conseguimos. (…) O que entendemos de verdade?”

Trecho de A História de um Casamento, romance de Andrew Sean Greer

segunda-feira, 1 de março de 2010

Por que nunca me sinto como se estivesse numa canção francesa?

Imagem de Amostra do You Tube

Clipe de Essa Canção Francesa, música de Thiago Pethit
Dica de Sheyla Miranda

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sou o culpado pelas enchentes de São Paulo?

“Um lencinho não dá pra enxugar
O rio de lágrimas que eu tenho pra chorar”

Trecho de A Saudade que Ficou (O Lencinho), samba de Elzo Augusto e Joãozinho da Rocinha

Contato | Bio | Blog | Reportagens | Entrevistas | Perfis | Artigos | Minha Primeira Vez | Confessionário | Máscara | Livros

Para visualizar melhor este site, use Explorer 8, Firefox 3, Opera 10 ou Chrome 4. Webmaster: Igor Queiroz