Arquivo de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O cara

Maria seria virgem se José fosse Mayer?

A partir de uma frase que está correndo pelo Twitter

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Um blog inútil?

“Caminhemos
Sem perguntas
Como os suicidas
Que jamais indagam
A profundidade do abismo.”

Trecho de Carta de Guia, poema de José Paulo Paes

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

DR

Quadrinho de Liniers (clique na imagem para visualizá-la melhor)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nem mesmo o ar nos iguala?

“Enquanto esperamos que uma revolução tecnológica nos forneça energia limpa e sustentável, relutamos em modificar hábitos. Desejamos potência 4×4 para nos mover a uma velocidade inferior à dos bandeirantes, que nos ultrapassariam montados em seus muares, por estarmos presos em congestionamentos intermináveis. A compra de ilusão veicular tem um preço ético insustentável, visto que os efeitos da deterioração ambiental serão sentidos com maior intensidade nas populações carentes e que menos consomem energia. A dose de poluentes inalada será muitas vezes maior entre aqueles que se apinham em pontos de ônibus em comparação aos que se protegem no interior de carros com ar condicionado.”

Trecho do artigo Filme do futuro, de Paulo Saldiva, coordenador do Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da USP

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Diagnóstico

“Caco, entendeu agora por que todos te consideram um sujeito muito manipulável?”

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A culpa é do tempo

– Não acredito que você seja a Morte.
– Por que não? Estava esperando quem? Rock Hudson?
– Não, não é isso.
– Desculpe se o desapontei.
– Não se desculpe! Sabe, é que sempre achei que você fosse mais alta, sei lá…
– Tenho 1m60. Está bom para o meu peso.
– Você se parece um pouco comigo…
– E com quem queria que eu parecesse? Afinal, sou a sua Morte!
– Me dê mais algum prazo! Talvez mais um dia!
– Não dá pé.
– Só mais um dia! 24 horas!
– Para que mais um dia? O rádio disse que vai chover amanhã.

Trecho de A Morte Bate à Porta, peça em um ato de Woody Allen

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O começo

“De você sei quase nada
pra onde vai ou por que veio.
Nem mesmo sei
qual é a parte da tua estrada
no meu caminho.
Será um atalho
ou um desvio?
Um rio raso?
Um passo em falso?
Ou um prato fundo
pra toda fome
que há no mundo?”

Trecho da canção Quase Nada, de Zeca Baleiro e Alice Ruiz

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Falência

Ela foi o blefe que eu paguei pra ver?

A partir da canção Dama, Valete e Rei, de Rutinaldo e Paulo Gracindo

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Também um sem-teto?

Não me falta casa. Só me falta um lar.

A partir da canção A Casa É Sua, de Arnaldo Antunes e Ortinho

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Despertador

Se me encontrar dormindo, deixe. Se me encontrar morto? Acorde-me.

A partir de um bilhete do jornalista Antônio Maria para um amigo com quem morava

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