sexta-feira, 11 de maio de 2012

O que as mãos veem?

 

 

 

 

 

 

 

“Todos conhecem a história dos cinco cegos e do elefante. Cada cego apalpa uma parte do elefante e identifica um animal diferente. E se os cinco cegos fossem Homero, Jorge Luis Borges, Ray Charles, Mr. Magoo e James Joyce, que não era totalmente cego mas enxergava pouco? Cada um apalpando uma parte do elefante.
Homero: ‘Não sei que bicho é, mas cabem muitos gregos nesta barriga…’
Joyce: ‘É um animalegórico bucefálico simbioselizando a androginergia da raçumanancial primEva, e estas bolas são decididamente irlandesas’.
Borges: ‘Este deve ser um dos 87 troncos que sustentam o Palácio dos Pavões em Samarkand, onde está a biblioteca circular do príncipe Rham’apu, onde há um único códice, que contém a única imagem conhecida do Palácio dos Pavões em Samarkand, onde está a biblioteca circular do príncipe Rham’apu, onde há um único códice que contém a única imagem conhecida do Palácio dos Pavões em Samarkand, onde está a biblioteca circular do príncipe Rham’apu, onde há um único códice que contém… estranho, a imagem de um elefante!”
Mr. Magoo (que entrou na boca do elefante pensando que era o banheiro): ‘Help!’
Ray Charles (acariciando a cauda peluda do elefante): ‘Georgia!’”

Do cronista Luis Fernando Verissimo

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Na ilha de “Lost”

A paixão é uma certeza rodeada de hesitações por todos os lados?

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O primeiro a apagar o dia acende a noite?

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sem egoísmo não há arte?

“A única responsabilidade do artista é com sua arte. Ele carrega um sonho, e o sonho o angustia tanto que ele precisa se livrar daquilo. Se for necessário roubar a própria mãe para escrever um livro, não hesitará em fazê-lo.”

Do romancista William Faulkner

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sincretismo religioso tem limite?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Profissão é prisão?

“O psicólogo, professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Heloani, conseguiu levantar um perfil devastador sobre como vivem os jornalistas e por que adoecem. O trabalho ouviu dezenas de profissionais de São Paulo e Rio de Janeiro, a partir do método de pesquisa quantitativo e qualitativo, envolvendo profissionais de rádio, TV, impresso e assessorias de imprensa. E, apesar da amostragem envolver apenas dois Estados brasileiros, o relato imediatamente foi assumido pelos delegados ao Congresso de Santa Catarina – que aconteceu de 23 a 25 de julho de 2010 – evidenciando assim que esta é uma situação que se expressa em todo o país.
Segundo Heloani, a mídia é um setor que transforma o imaginário popular, cria mitos e consolida inverdades. Uma delas diz respeito à própria visão do que seja o jornalista. Quem vê a televisão, por exemplo, pode criar a imagem deformada de que a vida do jornalista é de puro glamour. A pesquisa de Roberto tira o véu que encobre essa realidade e revela um drama digno de Shakespeare. Deixa claro que, assim como a absoluta maioria é completamente apaixonada pelo que faz, ao mesmo tempo está em sofrimento pelo que faz, o que na prática quer dizer que, amando o jornalismo, eles não se sentem fazendo esse jornalismo que amam, sendo obrigados a realizar outra coisa, a qual odeiam. Daí a doença!”

Trecho de Por que os jornalistas estão adoecendo mais, artigo de Elaine Tavares

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Xucro

“Ainda que por cavalo me tomem
Que estes, então, não me domem
Porque quem domar pode o homem
Quem nunca o animal domar pôde?
E, logo, quem não domar pode
O bicho ou homem, então como
Domar-me, se a mim não me domo?”

Trecho de O Centauro, poema de Paulo César Pinheiro
Para ouvir o autor recitá-lo, clique aqui

terça-feira, 8 de maio de 2012

Telefonossauro Rex?

terça-feira, 8 de maio de 2012

Somos inescapáveis?

“vá
pode ir
dê voltas pelo mundo
faça amor aos montes
case de novo
tenha filhos
mas, daqui, de dentro de mim
você não sai”

Poema sem título de Reynaldo Bessa

terça-feira, 8 de maio de 2012

Cabeça de 30 num corpinho de 80

A pior coisa de envelhecer é que a gente não envelhece?

A partir de uma reflexão do poeta Jean Cocteau 
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