Arquivo de dezembro de 2015

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Milicos nunca mais?

Intervenção militar na favela

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Por que. em vez de “perda”, não dizemos “transformação”?

“Se perdem gestos, cartas de amor, malas, parentes.
Se perdem vozes, cidades, países, amigos.
Romances perdidos, objetos perdidos, histórias se perdem.
Se perde o que fomos e o que queríamos ser.
Se perde o momento.
Mas não existe perda, existe movimento.”

Poema de Sombra, escrito por Bruna Lombardi

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A próxima manobra do digníssimo deputado é banir o H do alfabeto?

Charge de Nani

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Camisetas podem mais do que fardas?

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Pelo direito à impopularidade

“A ideia de que hoje há de tudo, que se tem acesso a tudo e que tudo está representado é genial. É o discurso da internet. Tudo o que antes não tinha lugar ao sol agora está ou pode estar visível. Mas as coisas começam a se complicar quando percebemos que nesse mundo do sol absoluto, onde tudo pode enfim existir em pé de igualdade, com sua pobreza, sua feiura e sua cafonice, no fundo falta lugar para a exceção. Quando por acaso ela aparece, a exceção é imediatamente associada a elitismo, ao oposto do Estado democrático de Direito. (…) Por que a exceção não cabe nesse mundo onde tanto se alardeia que tudo cabe e que tudo pode afinal existir e ser visto? Por que ela é imediatamente desautorizada, seja pela contradição de sua tendência natural à invisibilidade num mundo de visibilidade absoluta, seja por essa associação irrefletida a elitismo e a antidemocracia? Qual o problema de uma arte de exceção, se sua condição de possibilidade é justamente a democracia, regime da inclusão das diferenças e não apenas regime da maioria? Por que essa tendência a confundir maioria e consenso com democracia, ainda mais quando se trata de arte? Porque a exceção, que é fundamental nas artes e que por isso mesmo precisa ser defendida a despeito de gostos e tendências, é também o que está ligado ao risco, ao disfuncional, ao erro e ao fracasso. Nada disso combina com discursos politicamente edificantes.
Umas das principais perversões do mundo contemporâneo tem a ver com a confusão entre essas duas visibilidades: 1) a visibilidade (e o direito à existência) do que antes não podia ser visto e 2) a visibilidade autorreplicante do que quanto mais se vê mais é visto. São duas coisas completamente diferentes e, em certo aspecto, conflitantes. No primeiro caso, está a população que antes era segregada às rodoviárias e hoje tem direito de acesso aos aeroportos e ao transporte aéreo, como qualquer cidadão. No segundo, está o princípio de mercado elevado à enésima potência pelos algoritmos que estruturam a lógica da internet: quanto mais uma coisa é vista, mais ela será visível. Ou seja, você tende a ver somente o que todo mundo vê, embora a rigor tenha acesso a tudo. Pela lógica tautológica da internet, o que ninguém acessa torna-se cada vez mais inacessível, embora esteja, em princípio, disponível. É fácil entender como as exceções são banidas desse mundo da visibilidade total para um limbo de invisibilidade que equivale ao desaparecimento e à inexistência. E nesse sentido, associar a exceção na arte a elitismo e a antidemocracia não ajuda nem democratiza coisa nenhuma.”

Trecho de Visibilidade, artigo do escritor Bernardo Carvalho 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

#SomosTodosGalinha?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Avaliação

Se um casal tira 10 em história, mas 3 em química, deve passar de ano?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

E por que o elegeram representante de classe?

Charge de João Montanaro
(clique na imagem para ampliá-la) 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Os melhores barracos são os dos palácios?

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Se brilhava tanto, como não conseguiu iluminar a própria escuridão?

“Vá devagar, menina! Você é importante demais para nos deixar. A vida ensina a viver, desde que vivamos o suficiente.”

Conselho que o cantor norte-americano Tony Bennett gostaria de ter dado à britânica Amy Winehouse, com quem gravou um dueto. Ele  completará 90 anos em 2016. Ela morreu aos 27, em 2011, por causa do alcoolismo. A revelação de Bennett está no documentário Amy 
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