Arquivo de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ainda uma presença

– Sinto muita falta dela.
– Da vovó?
– É… Às vezes, enquanto cozinho, penso em algo que gostaria de lhe dizer e corro para o telefone. Só então me dou conta de que não adianta ligar. Ela não levou o celular.

Conversa com minha mãe sobre a vó Noêmia, que morreu há menos de um mês
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Nada como duas ou três expressões do mundo corporativo para elevar um bate-papo, não?

“Foco no cliente, agregar valor, sinergia, comunicação integrada, trade marketing, upscaling, benchmarking, opportunity scanning e o caralhaquatring.”

Trecho do romance Pornopopéia, de Reinaldo Moraes

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Abobrinhas

– Milho é verdura?
– Não. É um amido.

Diálogo de intensa perspicácia agronômica entre dois participantes
da última edição de A Fazenda, reality show da Record

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Hiper-racionalismo

Tudo o que em mim sente está apenas pensando?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O melhor combustível para o amor é o hábito?

“O amor, ainda jovem e pouco seguro de si, se fortifica com o uso; alimente-o bem e, com o tempo, ele se tornará sólido. Esse temido touro, você tinha o costume de acariciá-lo quando era bezerro; esta árvore, à sombra da qual você se deita, não era no início senão uma fina haste; pequeno, em sua nascente, o rio aumenta enquanto avança, e, durante seu curso, recebe a água de mil afluentes. Faça com que sua bela se habitue com você; não existe nenhum elo tão poderoso quanto o tecido pelo costume; para criá-lo, não recue diante das dificuldades. Que sua amiga o veja sempre; que ela o escute sempre; que a noite e o dia mostrem o seu rosto para ela. Quando você tiver muitas razões para crer que ela sente saudades suas, (…) deixe-a descansar um pouco; um campo descansado retribui largamente o que lhe confiamos (…). Fílis demonstrou ter por Demofoonte uma chama mais moderada, mas ela se inflamou quando ele levantou vela. Penélope vivia atormentada pela ausência do prudente Ulisses; aquele a quem você amava, o neto de Filarco, ó Laodâmia, estava ausente. Mas é mais seguro que sua ausência seja curta: com o tempo, as saudades diminuem, o ausente não existe mais, um novo amor se introduz.”

Trecho de A Arte de Amar, ensaio de Ovídio

sábado, 1 de janeiro de 2011

Luiz Schwarcz: “Sou um editor severo demais comigo”

O fundador e dono da Companhia das Letras, uma das principais editoras brasileiras, tenta escrever romances desde a década de 1990 sem sucesso. O que o atrapalha?

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sábado, 1 de janeiro de 2011

Tomie Ohtake

A artista expõe, a partir deste mês, a série Pinturas Cegas na Estação Pinacoteca, em São Paulo

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