sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Você tem absoluta certeza de que não gosta de peixe?

Vídeo da série Tales of Mere Existence, do norte-americano Lev Yilmaz
Dica de Marília Ferrari

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Palavras não chegam lá

O amor só desperta verdadeiramente quando a linguagem cessa?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Interatividade

Se uma emissora de televisão nos oferece um pacote pay-per-view, significa que pagará para a gente ver os programas?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lua de mel

– Enfim, sós!
– Sós?
– É, sozinhos.
– Mas não me sinto sozinha. Estou com você – o que me deixa muito feliz, aliás.
– Claro! Também não me sinto sozinho.
– Não se sente mesmo? Então por que disse “sós”?
– Força de expressão.
– Sei… Mal começamos e você já sente solidão perto de mim. Que triste!
– Não! Você compreendeu errado.
– Escutei perfeitamente: você disse “sós” em vez de “acompanhados”. Não disse?
– Disse, disse. E acabo de me arrepender. Eu corrijo: enfim, acompanhados!
– Agora não adianta. Você conseguiu estragar tudo…

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Dominar o ofício?

“Uma atriz deve permanecer sempre inacabada. Que nunca fiquemos prontas! Assim continuaremos procurando.”

De Cleyde Yáconis

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vivo em falso?

“Só me sei
onde não sou”

Anotação de Viagem, poema de Fernando Moreira Salles

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Para os que adoram estatísticas

Do Facebook de Marina Bandeira Klink
(clique na imagem para ampliá-la)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Inadimplente

A mosca é um vagalume que não pagou a conta de luz?

A partir de um quadrinho de Adão Iturrusgarai

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Mãe, por que não vens me buscar?

“Cidades, mares, povo, rio
Ninguém me tem amor
Cigarras, camas, colos, ninhos
Um pouco de calor
Eu sou um homem tão sozinho
Mas brilhas no que sou
E o meu caminho e o teu caminho
É um, nem vais nem vou (…)
Na boca das manhãs
Sou triste, quase um bicho triste
E brilhas mesmo assim
Eu canto, grito, corro, rio
E nunca chego a ti”

Trecho de Mãe, canção de Caetano Veloso, interpretada por Gal Costa

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Se o mundo acabar?

Nós vai pra Brasília, uai!

A partir do Samba Desenredo para o Fim dos Tempos, composto pelo grupo ½ Dúzia de 3 ou 4
e interpretado por Wandi Doratiotto

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