quinta-feira, 28 de abril de 2011

Como um prato agridoce?

“A vida é um maravilhoso desconforto.”

Do rabino Nilton Bonder

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Inculta e bela

– Tem sorvete do quê, moço?
– De morango, limão, flocos e chocolate.
– Então me vê um de flocos.
– Ah, de flocos não está tendo.
– Como assim? Você não acabou de dizer que tem?
– Tem, mas agora não está tendo.

Conversa entreouvida em Brasília

terça-feira, 26 de abril de 2011

Maria Soledad

Sozinha outra vez naquele quarto de hotel, desarrumou as malas, abriu a segunda lata de cerveja e pensou: é um nome ou uma sina?

terça-feira, 26 de abril de 2011

Gente vicia?


“Claro que você se sente ótimo. Essas coisas estão cheias de antidepressivos.”

Cartum de Paul Noth
(clique na imagem se quiser ampliá-la)

terça-feira, 26 de abril de 2011

Resumo da ópera

– A vida é isso.
– Só isso?

A partir do conto O Retrato na Gaveta, de Otto Lara Resende

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ratas de biblioteca nunca viram gatas?

“As moças que sonham muito, que passam os dias deitadas preguiçosamente e leem tudo que lhes cai nas mãos, que ficam entediadas e tristes, em geral são relaxadas na maneira de se vestir.”

Do dramaturgo Anton Tchékov
Dica de Oziella Inocêncio

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sinceramente, doutor? Quando lhe pedi ajuda para abreviar meu sofrimento, estava pensando em outra coisa…

Quadrinho de Adão Iturrusgarai
(clique na imagem se quiser ampliá-la)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Como surgiu o ovo de Páscoa?

Do Facebook de Marília Ferrari

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Quais as características indispensáveis àqueles que desejam escrever bem? (1)

“Numa entrevista para a extinta revista Entre Livros, perguntei a Bernardo Carvalho se ele identificava algum defeito em seus romances, coisas das quais conscientemente tentava fugir. ‘Só percebi que podia escrever pra valer’, foi a resposta, ‘no dia em que entendi que os meus defeitos (o que seria defeito, segundo uma norma geral) eram, no fundo, as minhas qualidades. Os seus limites são o seu estilo. Escrever não é se livrar dos seus defeitos; é vê-los com outros olhos.’ (…) Guardadas as proporções devidas, o insight de Bernardo é semelhante ao que, dá para especular, fez Dostoiévski se apegar à sua escrita suja, Henry James insistir nos seus advérbios, Faulkner dar uma banana para qualquer preocupação com a clareza de suas histórias, Thomas Bernhard passar a ver uma estranha originalidade em suas repetições.”

Trecho do artigo Os clichês do escritor e os clichês da crítica, de Michel Laub

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Quais as características indispensáveis àqueles que desejam escrever bem? (2)

“30% de talento e 70% de força interior para não passar o dia nas redes sociais da internet.”

Do humorista Marcelo Adnet, anteontem à noite, enquanto apresentava o 36º Prêmio Abril de Jornalismo
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