[vimeo]https://vimeo.com/24416209[/vimeo]
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“A afirmação era uma caricatura e foi tirada de contexto. O que eu quis dizer (…) é que a direita torturadora e a esquerda vítima eram iguais porque eram retrógadas e nacionalistas. Eram pessoas que gostavam de tirania (…). Ninguém ali lutava por uma democracia. A gente se identificava com Che Guevara, uma ditadura do proletariado.”
No fim do túnel, há uma máquina de café?
“Em 2011, viveremos quatro datas incomuns: 1/1/11, 1/11/11, 11/1/11 e 11/11/11. Não bastasse, 2011 também nos coloca diante de um inusitado enigma matemático: pegue os últimos dois dígitos do ano em que você nasceu e some com a idade que você terá até o fim de dezembro. O resultado será sempre 111 ou 11. Pode testar.”
“Lá em casa, ninguém desconfia de que eu faço isso. Imagina. Destruiria o meu casamento. Sou cuidadoso, mas também não vou ficar paranoico. Afinal, as estatísticas estão a meu favor. Ninguém precisa ficar sabendo. É melhor para todo mundo, o senhor não acha? Até fui a uma psicóloga por causa desse problema, e ela me disse que eu criava uma vida dupla para me reinventar. Aí, eu falei: Doutora, não é nada disso, não. A senhora não compreendeu nada. Eu não quero me reinventar. Ao contrário: o que eu quero é me desinventar.”
“Essa tendência esquerdista de vitimização na cultura brasileira vem da época da ditadura. Hoje, dão indenização para quem sequestrou embaixadores e crucificam os torturadores que arrancaram umas unhazinhas.”
“- Essa palhacinha finge que não sabe das coisas (…), mas acho que sabe mais do que nós dois. Quer ver?
Para Antonieta:
– Em que dia estamos, palhaça?
– Dia 15.
Para Eduardo:
– Você sabia (…)?
– Não…
– Eu não disse? _e de novo para Antonieta:
– Que dia da semana?
– Segunda-feira.
– De que cor?
– Segunda-feira? Acho que cinzenta…
– Isso mesmo! Às vezes é branca. E terça-feira?
– Verde?
– Não! Verde é quinta-feira. Terça-feira é amarela. Quarta-feira é marrom. E sexta-feira é engraçado: muita gente pensa que é alaranjada, e no entanto não é: é cor-de-rosa (…).
– Cor-de-rosa não é domingo, não? _perguntou ela.
– Não; domingo é outra cor, vamos ver se você descobre.
– Vermelho _arriscou Eduardo.
– Cala a boca. Você não sabe nada. Vamos, menina!
– Dourado! _concluiu Antonieta.
– Isso! _e o velho se ergueu, beijou-a na face, contente como um professor:
– E sábado é azul. É o ouro sobre o azul.”
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