Arquivo de janeiro de 2016

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Já existia o Tinder antes do Tinder?

Tinder antigo

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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Sempre há um jeito de escapar?

Escape

Do Facebook de Pierre Lernoud
Dica de Laila Abou Mahmoud

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Os imortais

“- Que pessoa viva você mais admira?
– Elvis.”

Resposta do cantor David Bowie à revista Vanity Fair em 1998, duas décadas após a morte de Elvis Presley

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

No fundo, a moral e os bons costumes adoram uma safadeza?

Agarrado

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Como lidar com negros, gays, gordos e similares?

Imagem de Amostra do You Tube

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A falta que você me faz não faz a menor falta para o mundo?

“Com as últimas chuvas você se foi
e então acreditei
que na casa mais aborrecida do subúrbio
não haveria primaveras
nem outonos nem invernos nem verões

Mas não

As estações se cumpriram
como estavam previstas em qualquer almanaque
E a senhoria e o carteiro
não tornaram a perguntar
por você”

Trecho de Quatro Boleros Maroqueros, poema de Antonio Cisneros

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

É moralmente defensável que bichos tenham donos?

“Os animais existem por suas próprias razões. Eles não foram criados para os humanos, assim como as mulheres não foram criadas para os homens e os negros não foram criados para os brancos.”

Da romancista norte-americana Alice Walker

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Teu corpo, minhas regras?

Barrigão

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Toda agressividade esconde uma imensa fragilidade?

Peixe tubarão

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Por um 2016 menos apressado

“Eu tinha medo de dormir na casa do meu avô. Era um sobradão colonial enorme, longos corredores, escadarias, portas grossas e pesadas que rangiam, vidros coloridos nos caixilhos das janelas, pátios calçados com pedras antigas… De dia, tudo era luminoso. Mas quando vinha a noite e as luzes se apagavam, tudo mergulhava no sono: pessoas, paredes, espaços. Menos o relógio. (…) Quando todos dormiam, ele acordava, e começava a contar estórias. Só muito mais tarde vim a entender o que ele dizia: ‘Tempus fugit‘. E eu ficava na cama, incapaz de dormir, ouvindo sua marcação sem pressa, esperando a música do próximo quarto de hora. Eu tinha medo. Hoje, acho que sei por quê: ele batia a Morte. (…)
Tenho saudades daquele relógio. Por sua tranquila honestidade, repetindo sempre, incansável, ‘Tempus fugit‘. Ainda comprarei um outro que diga a mesma coisa. Relógio que não se pareça com este meu, no meu pulso, que marca a hora sem dizer nada, que não tem estórias para contar. Meu relógio só me diz uma coisa: o quanto eu devo correr, para não me atrasar. Com ele, sinto-me tolo como o Coelho da estória da Alice, que olhava para seu relógio, corria esbaforido, e dizia: ‘Estou atrasado, estou atrasado…’
Não é curioso que o grande evento que marca a passagem do ano seja uma corrida, corrida de São Silvestre? Correr para chegar aonde? Passagem de ano é o velho relógio que toca o seu carrilhão. O sol e as estrelas entoam a melodia eterna: ‘Tempus fugit‘. E porque temos medo da verdade que só aparece no silêncio solitário da noite, reunimo-nos para espantar o temor, e abafamos o ruído tranquilo do pêndulo com enormes gritarias. Contra a música suave da nossa verdade, o barulho dos rojões… Pela manhã, seremos, de novo, o tolo Coelho da Alice: ‘Estou atrasado, estou atrasado…’ Mas o relógio não desiste. Continuará a nos chamar à sabedoria.”

Trecho de O Relógio, crônica de Rubem Alves
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