Arquivo de fevereiro de 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Zumbi deveria voltar?

Imagem de Amostra do You Tube
O cantor Seu Jorge recita trecho de Negro Drama, rap dos Racionais MC’s
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Tem gente que se acha, não?

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Vale tudo em nome da paz conjugal?

“Melhora muito o convívio de Sócrates e Xantipa assim que um deles bebe cicuta.”

Microconto de Dalton Trevisan 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O que os guindastes fazem nas horas vagas?

Pescam nuvens.

Dica de Ana Teixeira

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Antes só do que mal acompanhado?

“Você roubou meu sossego
Você roubou minha paz
Por você, eu vivo a sofrer
Sem você, vou sofrer muito mais

Já não é amor
Já não é paixão
O que eu sinto por você
É obsessão”

Obsessão, música de Milton de Oliveira e Mirabeau
Interpretada pela Orquestra Leviana
Imagem de Amostra do You Tube

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Fica a dica

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Machucado ou dodói?

HQ de Caco Galhardo
(clique na imagem para ampliá-la)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Quem não pensa o que penso só pensa bobagem?

“A internet é um pequeno milagre tecnológico. É um jorro de informação como nunca houve em nossos cento e tantos mil anos por aqui na Terra. Nos aproxima a todos, permite ao fazendeiro no interior da África com um celular nas mãos acesso a informação que faz sua pequena colheita de subsistência mais rentável. Mas a internet, este jorro de informação, este acesso que nos aproxima, ainda é jovem. A tecnologia pode caminhar rápido, nossos hábitos demoram a se formar. O ponto: a opinião de cada indivíduo tem consequência. Opinião não é algo que a gente deva tirar da cabeça e sair espalhando por aí. Opinião, num regime democrático, é uma responsabilidade. De cada um de nós. Tradicionalmente, nas democracias, a opinião que tem consequência se dá na forma de voto. Mas a internet amplia isso em muito. Porque nossos diálogos não são mais privados. Eles ocorrem em público. Reagimos todos às notícias que lemos, vemos, ouvimos, e de presto processamos. Transformamos toda a informação em ponto de vista. Pronto, lá está no Face. No blog. No Twitter. Opinião alimenta. Temos alimentado um monstro de ódio a cada dia faz alguns anos. De 2013 para cá, se exacerbou. Ganhou as ruas. Porque é isto que são os Black Blocs e os justiceiros do Flamengo: a versão na vida real dos diálogos que tantos vêm tendo online. Quando, na cabeça de muita gente, pensar diferente se torna mostra de mau caráter, o resultado disso na rua são murros, coquetéis molotov, morteiros. Trancas de bicicleta que reencenam as algemas dos senhores de engenho. Aqueles que só discutem se no calor, impermeáveis sempre a contra-argumentos, alimentam o clima nas ruas.”

Trecho de Onde começa a truculência, artigo de Pedro Doria

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Filha da discórdia

“Fruto de divórcio litigioso, Manuela Antunes (nome fictício) foi acostumada, desde 1 ano e meio de idade, a ser levada pelo irmão para passar o fim de semana com o pai, conforme determinação da Justiça. Pois aos 3 anos, folheando álbum de fotos da família, se assustou e perguntou: ‘Mãe, você conhece o papai?’.”

Da coluna de Sonia Racy, em O Estado de S.Paulo

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Nada como preservar as tradições?

Cartum de Allan Sieber
(clique na imagem para ampliá-la)
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