Arquivo de julho de 2013

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Negócios à parte?

“Juntos nós tivemos filhos, juntos ganhamos dinheiro
Juntos conhecemos quase todo o estrangeiro
Juntos formamos um lar, juntos um videocassete
Juntos nós compramos dois Del Rey e um Chevette

E agora só falta a gente abrir uma padaria
Vender pão quentinho à noite, café com broa de dia

Você é meu doce gostoso, que eu como e limpo o prato
Você é meu pãozinho fresco sem bromato
Você é minha vitamina, o meu sonho com recheio
Meu quindim, meu pão de ló com chantilly no meio”

Trecho de Padaria, canção de Mario Manga
Interpretada por Simone Raslan e Adriana Marques, no musical Rádio Esmeralda AM
Imagem de Amostra do You Tube
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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Por que tentar nomear o indizível?

“Quando pronuncio a palavra Futuro,
a primeira sílaba já pertence ao passado.

Quando pronuncio a palavra Silêncio,
destruo-o.

Quando pronuncio a palavra Nada,
crio algo que não cabe em nenhum não-ser.”

As Três Palavras Mais Estranhas, poema de Wislawa Szymborska

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Quer terminar o namoro, mas não sabe como?

Faça o seguinte:
1. Leve o parceiro ou a parceira a uma balada muito concorrida.
2. Chegando lá, circule no meio da multidão.
3. Depois, vire-se para o parceiro ou a parceira e diga: “Se namorar fosse bom, isso aqui estaria vazio. Beijo!”

Extraído do Facebook de Monalisa Bipolar  

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Homem-elástico?

terça-feira, 16 de julho de 2013

Morrer é o melhor remédio?

“Viver faz mal à saúde porque vivendo a gente fica barrigudo e com as pernas finas, a gente arruma um monte de doenças ou pelo menos a possibilidade e o medo de adoecer, a gente fica indiferente a quem amou, a gente fracassa profissionalmente, a gente deseja mulheres que são cada vez mais impossíveis. Pior, muito pior: a gente não faz mais sentido.”

Do romancista Ernani Ssó

terça-feira, 16 de julho de 2013

No peito dos ensimesmados também bate um coração?

“É preciso amar as pessoas como se não houvesse wi-fi.”

Chamada de uma reportagem na revista Trip de junho

terça-feira, 16 de julho de 2013

Gigante pela própria natureza?

“Perguntei a João Cabral se achava que o Brasil iria ganhar a Copa da Espanha (1982). O poeta contraiu o rosto e afirmou: ‘O Brasil é um país que necessita de pessimismo, compreende, de muito pessimismo. O otimismo destrói o Brasil, em qualquer atividade’.”

Trecho do artigo Um encontro com João Cabral, de Régis Bonvicino 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Zona proibida

“- Qual o limite da ficção?
– Zebras infláveis. Quando chegou em zebras infláveis, tem que parar.”

Da escritora Vanessa Barbara, na seção Inquérito, do jornal Rascunho

terça-feira, 16 de julho de 2013

De férias num filme B

“madrugada na casinha à beira-mar. muriçocas não nos deixam dormir. na penumbra, tito, o menino de 4 anos, olha para as roupas no armário e diz:
– mãe, o que é aquilo?
– roupas, tito.
– não é, não, mãe, é gosma.
– que gosma, filho! são roupas.
– é um monstro vomitando gosma, mãe.
– não é, não, tito. tenta dormir.
(…)
– mãe, aquilo lá no armário tá olhando pra mim!
(ai, meu deus. e se for verdade? e se ele viu algo mesmo? maturidade, maturidade, pô! a mãe aqui é você.)
– calma, tito, são só roupas. vai dormir que a mãe tá aqui pra te proteger.

para onde vai o medo das mães quando as crianças dormem?”

Do Facebook de Cynara Menezes

terça-feira, 16 de julho de 2013

Por que está demorando tanto a nevar?

Minha mente parece um esquilo. Junto e junto coisas, e depois as escondo, na esperança de reencontrá-las quando o longo inverno chegar.

A partir de uma frase da escritora neozelandesa Katherine Mansfield 
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