Arquivo de abril de 2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

Pimpolhocentrismo

“A filha de uma amiga usou durante muito tempo aqueles tênis que apitam. Para um adulto, era inacreditavelmente insuportável o barulho que faziam a cada passo da garota. Uma vez perguntei à minha amiga por que ela não proibia os tais tênis, e ela respondeu: ‘Porque a menina gosta deles!’ Imagine fazer parte dessa nova geração, descobrindo a cada alegre apitada de seus tênis que Galileu estava errado: é você, e não o sol, o centro do universo! Não posso deixar de pensar que nossos pais jamais teriam suportado tênis que apitam ou conversas de adultos que giram inteiramente em torno de crianças. Eles nos amavam tanto quanto amamos nossos filhos, mas, até onde me lembro, tinham suas próprias vidas, e nós brincávamos em torno delas. Eles não planejavam fins de semana inteiramente em torno de teatro infantil, aulas de arte para crianças, aulas de piano e festinhas de aniversário. Por que, muitos de nós nos perguntamos, nossos filhos não brincam sozinhos? Por que eles não têm a vida interior que, ainda vagamente, lembramos ter em nossas próprias infâncias? A resposta parece óbvia: porque, cheios de boas intenções, nos devotamos excessivamente à educação, ao entretenimento e à formação em geral de nossos filhos. Porque deixamos de lado a ideia de uma vida adulta independente, por não permitirmos que nossos filhos imaginem um lugar para si em seus quartos, no tapete ou no jardim; em suma, por não permitirmos que tenham uma vida própria.”

Trecho de A Derrota do Feminismo no Facebook, artigo de Katie Roiphe
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terça-feira, 16 de abril de 2013

Já ouviu falar em conservadorismo progressista?

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terça-feira, 16 de abril de 2013

Quão curta deve ser a saia de uma mulher?

“A rápida expansão global da Slutwalk (Marcha das Vadias) demonstra a energia e as aspirações das jovens feministas. Mas sua mensagem confusa é um sintoma do caos sexual e da anomia que caracterizam a burguesia ocidental. Não chame a si mesma de vagabunda, a menos que você esteja preparada para viver e defender-se como uma. O sexo é uma força da natureza, e não apenas uma construção social. Meninas superprotegidas de classe média  têm uma visão perigosamente ingênua do mundo. Elas não conseguem enxergar a animalidade e o primitivismo do sexo, historicamente controlados pela religião e pela moralidade, tradições que agora vêm se dissolvendo no Ocidente. A revolução sexual vencida por minha geração nos anos 60 é uma faca de dois gumes.”

Da escritora norte-americana Camille Paglia

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Intersecção

O todo inclui o nada?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Está-se lixando para as baleias? Então pense nos bombons de cereja

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Crébito ou Dédito?

Imagem de Amostra do You Tube
Do site Porta dos Fundos 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Nada mais difícil do que lidar com o Zoto?

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Coração vagabundo

Dica de Laila Abou Mahmoud

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Por que só a morte é eterna?

“Pretendo viver para sempre. Ou morrer tentando.”

Do humorista Groucho Marx

sexta-feira, 12 de abril de 2013

De parar o trânsito (e as sinapses)

“Homem é bobo mesmo, como costuma bradar um montão de mulheres por aí? Na presença delas, parece que eles realmente são. ‘Dois testes, nos quais participantes interagiram com alguém do mesmo sexo ou do sexo oposto, demonstraram que a capacidade cognitiva do homem (mas não a da mulher) cai logo após uma conversa com o sexo oposto’, conta um estudo de pesquisadores da Universidade de Radboud, na Holanda. E, quanto mais atraente o cara considera a mulher em questão, maior o efeito dessa confusão mental – que é temporária e passa alguns minutos após o contato com a bonitona. É que, lembram os cientistas, os homens são mais motivados pelo acasalamento do que a mulher. São, por exemplo, mais propensos a procurar por sinais de interesse sexual no comportamento feminino e a superestimar o interesse dela numa conversa. O que, na hora da interação, dá uma embaralhada nos pensamentos e os deixa biologicamente confusos. Em tempo: o estudo só examinou essa questão entre heterossexuais. ‘Entretanto, uma questão interessante para pesquisas futuras seria se, entre homossexuais, interações com pessoas atraentes do mesmo sexo seriam mais exigentes cognitivamente.’ A ver.”

Da revista Superinteressante
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