Arquivo de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Dar o troco?

O cedro perfuma o machado que o derrubou.

A partir da canção Castigo, de Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Um consolo diante das chuvas de verão?

“Ela explicou como, na infância, acreditava que, quando você pisa numa poça, um desejo é concedido.”

Trecho de Morangos, Outra Vez, conto do inglês Simon Van Booy

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Migrante

– Você pode avisar minha tia que eu já cheguei?
– Como?
– Minha tia. A Odete. Eu vim de Piranhas e não avisei pra ela que eu já cheguei.
– O senhor quer que eu anuncie o nome da sua tia no sistema de som?
– Não, não, ela está em casa.
– Mas você não avisou que vinha?
– Ah, não.
– Tem o telefone? Endereço?
– Não. Mas você conhece a minha tia, não conhece?

Diálogo entre um viajante recém-chegado e uma das moças que trabalham no guichê de informações da rodoviária paulistana. Extraído de O Livro Amarelo do Terminal, grande reportagem escrita por Vanessa Barbara

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Every time you say hello I die a little

Quadrinho de Angeli
(clique na imagem para ampliá-la)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Destemido?

“Tem tanto medo na minha coragem.”

Trecho de Achado, canção de Chico Mello e Carlos Careqa

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Que tal um pornozinho para apimentar o começo de ano?

Imagem de Amostra do You Tube

Roof Sex, animação do norte-americano PES

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Preste atenção na desatenção

– Sinto que minha vida diária não tem importância, que eu deveria estar fazendo algo diferente. Por quê?
– Quando estiver comendo, coma. Quando sair para um passeio, ande. Não diga “eu deveria estar fazendo algo diferente”. Quando estiver lendo, dê a isso a sua atenção completa, seja um romance policial, uma revista, a Bíblia, seja o que for. Atenção completa é atenção completa e, portanto, não há essa de “eu deveria estar fazendo algo diferente”. Só quando estamos desatentos é que surge o sentimento de “pelo amor de Deus, eu tenho de fazer alguma coisa melhor”. Se dá atenção completa quando está comendo, isso é ação. O importante não é o que fazemos, mas se podemos dar a isso total atenção. Por atenção, não quero dizer algo que aprendemos através de concentração na escola ou na empresa, mas observar com nosso corpo, nossos nervos, nossa visão, nossos ouvidos, nossa mente, nosso coração _inteiramente. Se fizermos isso, haverá uma mudança enorme em nossa vida. Algo exigirá toda nossa energia, vitalidade, atenção. A vida exige essa atenção a todo minuto, mas fomos tão treinados em desatenção que procuramos sempre escapar da atenção para a desatenção. Dizemos “como é que vou observar? Eu sou preguiçoso”. Seja preguiçoso, mas totalmente atento à preguiça. Seja totalmente atento à desatenção. Saiba que está totalmente desatento. E quando souber que está inteiramente atento à desatenção, estará atento.

Trecho do livro A Humanidade Pode Mudar?, em que o pensador indiano Jiddu Krishnamurti (1895-1986) responde perguntas de estudiosos e adeptos do budismo

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Olho por olho

Se eu mato o tempo
o tempo todo,
o tempo me mata também?

A partir da canção Tédio, de Cecília Silveira

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Você não tem?

“Eu tenho medo de polícia, de bandido, de cachorro e de dentista
Porque polícia quando chega vai batendo em quem não tem nada com isso
Porque bandido quase sempre quando atira não acerta no que mira
Porque cachorro quando ataca pode às vezes atacar o seu amigo

Porque dentista policia minha boca como se fosse bandido
Porque bandido age sempre às escuras como se fosse cachorro
Porque cachorro não distingue o inimigo como se fosse polícia
Porque polícia bandideia minha boca como se fosse dentista”

Letra da canção Polícia Bandido Cachorro Dentista, de Sérgio Sampaio

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sem asas

Preso no aquário, o peixe é um passarinho falho?

A partir de O Peixe, conto de Ana Santos

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