Arquivo de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

E chegaria o momento em que um único ano se tornaria infinito?

“Cada ano deveria ser um dia mais longo do que o anterior. Um dia novo no qual algo inédito acontece, um dia no qual ninguém morre.”

Do escritor búlgaro Elias Canetti

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Só lembro que começa com A…

– Aninha, como é mesmo o nome daquele alemão que me deixa louca?
– Alzheimer, vovó…

Do humorista Paulo Tadeu

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Pintou um clima?

“Você tem muita tensão nos ombros.”
Cartum da revista The New Yorker
Dica de Ricardo Lombardi

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Não existe brecha para o improviso?

“Tudo o que foi dito mais tudo o que em certa
ocasião foi cogitado _choro, riso, blague
e grito_ está previamente encenado.”

Trecho de História Sentimental do Teatro, poema de Leandro Sarmatz

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Você me completa. Azar o nosso?

“Você é o fósforo e eu sou o pavio
Você é um torpedo e eu sou um navio
Você é o trem e eu sou o trilho
Eu sou o dedo e você é o meu gatilho
O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo e gasolina”

Trecho da canção Fogo e Gasolina, de Pedro Luís e Carlos Rennó

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ué, não vivem pedindo pra gente conservar a natureza?

Cartum de Allan Sieber

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O pop tem sempre a última palavra?

“Daniel Helbig estava com 17 anos quando o Muro de Berlim caiu. E, embora não nutrisse nenhuma afeição pelo socialismo, achava sua vida ótima. Tão ótima que até agora está vivendo às custas desse passado que, defende, tinha muito mais cores e nuances do que o ‘outro lado’ vê.
‘Não há nenhuma política aqui’, diz de pronto, entre retratos do líder alemão oriental Erich Honecker (1971-89) e telefones com discos. ‘Queremos mostrar aos turistas que tínhamos cores e design na Alemanha Oriental. Todo mundo diz que tudo era cinza.’ Helbig, que atribui a uma bebedeira a ideia de recriar em technicolor o ambiente da RDA (República Democrática Alemã), é uma das frentes mais visíveis e lucrativas de um fenômeno que ganhou terreno nos últimos cinco anos, a ‘Ostalgia’ (mistura de ‘Ost’, leste, com nostalgia). Na versão ‘turística’, ela atulha as ruas de Berlim de referências que vão de lojas que estampam passaportes com um carimbo ‘DDR’ (sigla em alemão da RDA) a um Checkpoint Charlie (posto de controle do muro) falso.”

Trecho da reportagem Nostalgia do Leste vira indústria em Berlim, publicada na Folha de S.Paulo

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quem mexeu na Via Láctea que estava aqui?

“Quando você cai dentro do meu coração
É como se o Sol e a Lua se esparramassem pelo chão”

Trecho da canção É Necessário, de Geraldo Espíndola

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Um conselho

“Fora da janela do trem em que nós viemos, estava repleto de flores de manjushage.
Não conhece manjushage, querido? Olhe aquelas flores ali. Só depois que as folhas todas secarem _explicava ela_, nascem os caules de flores.
Eu recomendo às mulheres:
Antes de se separarem de um homem, deveriam pelo menos ensinar-lhe o nome de uma flor.”

Trecho do conto Anjos Maquiados, do escritor japonês Yasunari Kawabata

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Crise existencial à mineira

“Oncotô?
Doncosô?
Proncovô?”

De uma camiseta vista na rua. Àqueles que não entendem o dialeto das Minas Gerais, a tradução: “Onde que eu estou? De onde que eu sou? Para onde que eu vou?”

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