quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Uma saída?

ETs

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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Pode haver verão no outono?

“Deus me deu um amor no tempo de madureza,
quando os frutos ou não são colhidos ou sabem a verme.
Deus – ou foi talvez o Diabo – deu-me este amor maduro,
e a um e outro agradeço, pois que tenho um amor.

Pois que tenho um amor, volto aos mitos pretéritos
e outros acrescento aos que amor já criou.
Eis que eu mesmo me torno o mito mais radioso
e talhado em penumbra sou e não sou, mas sou.

Mas sou cada vez mais, eu que não me sabia
e cansado de mim julgava que era o mundo
um vácuo atormentado, um sistema de erros.
Amanhecem de novo as antigas manhãs
que não vivi jamais, pois jamais me sorriram.

(…)

Deus me deu um amor porque o mereci.
De tantos que já tive ou tiveram em mim,
o sumo se espremeu para fazer um vinho
ou foi sangue, talvez, que se armou em coágulo.

E o tempo que levou uma rosa indecisa
a tirar sua cor dessas chamas extintas
era o tempo mais justo. Era tempo de terra.
Onde não há jardim, as flores nascem de um
secreto investimento em formas improváveis.”

Trecho de Campo de Flores, poema de Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 27 de setembro de 2016

É estranho viver numa época em que, olhando para trás, olhamos para a frente?

Hillary

Campanha de Hillary Clinton em Orlando
(clique na imagem se quiser ampliá-la)

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Amor de perdição

“Onde você aprendeu esses truques com facas?
Você me corta de vez em quando
De vez em quando

Você me cobre com um manto de veludo
Me aquece, me faz parecer um rei
Um rei que eu não sou

Você me prende com um beijo tão cansado
Eu sou os lábios de outro alguém
Quem?”

Trecho de Truques com Facas, canção de Mauricio Pereira

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Precisamos ser mesmo tão digitais?

Pass the Salt, vídeo dirigido por Matthew Abeler

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Pelo zapzap

“Pegadinha da Dilma no Lula: ‘Lula?’. ‘Fala, querida!’ ‘Moro.’ ‘O que tem o Moro?’ ‘Num país tropical.'”

Do humorista José Simão

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Não passamos todos de atores sofríveis?

“Despreparada para a honra de viver,
mal posso manter o ritmo que a peça impõe.
Improviso embora me repugne a improvisação.
Tropeço a cada passo no desconhecimento das coisas.”

Trecho de A Vida na Hora, poema de Wislawa Szymborska

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Eram os Beatles uma organização criminosa?

Beatles

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

As coisas se repetem ou somos nós que não sabemos ressignificá-las?

Rio

Praia de Copacabana

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Máquina do tempo

Michelzinho

Cartum de Bruno Maron
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