Quem há de punir os meus homicidas?

“Da vez primeira em que me assassinaram
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha…
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha…

Hoje, dos meus cadáveres, eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada…
Arde um toco de vela amarelada…
Como único bem que me ficou!”

Trecho do Soneto XVII, escrito por Mario Quintana
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