O marketing deve ter sempre a última palavra?

“Se pedem para você explicar o sentido de sua obra numa entrevista, como é a escolha das frases? O critério é a sinceridade, que refletirá de modo desorganizado e hesitante as décadas de um trabalho igualmente desorganizado e hesitante, baseado mais em intuição emocional que em racionalidade? Ou é melhor resumir tudo em termos claros e coerentes, de preferência inteligentes e impactantes, quando não charmosos e engraçados, que causarão efeito imediato de simpatia e interesse no público, garantindo mais entrevistas (e vendas, e cachês de feiras de livro) para quem depende dessa exposição para pagar boa parte das contas?”

Trecho de Perguntas ao escritor, artigo do romancista Michel Laub 
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