Calmante

Ana, a faxineira que vai uma vez por semana à minha casa, gosta de beber cerveja enquanto trabalha. Toma, no máximo, duas latinhas ao longo do expediente. “Se não beber, é pior”, costuma me explicar. “Sabe por quê? Porque tenho uma pomba-gira dentro de mim que só amansa com álcool.”

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