sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Carteirada do além

“A melhor história de brasileiro folgado falando no cinema eu ouvi ontem. Uma mulher falava durante a sessão, e minha amiga fez ‘sshhh’.
- Quem é você pra me mandar calar a boca? Você sabe com quem está falando? Eu sou advogada!
- E você sabe com quem está falando?? Eu sou macumbeira!!
Silêncio.”

Do Facebook de Marcelo Negromonte

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Bom negócio?

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A salvação pode esperar

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Quem precisa de drone?

Imagem de Amostra do You Tube
Voo de uma águia sobre Paris, registrado por uma câmera presa à ave

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Erro certeiro

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Por que desejamos ficar cada vez mais velozes?

Imagem de Amostra do You Tube
A diferença entre um pit stop em 1950 e 2013

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Distração fatal

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O que rola antes de um selfie?

Imagem de Amostra do You Tube
Vídeo do humorista italiano Federico Clapis

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Confusão geográfica

“Depois que declarei apoio à Dilma, já ouvi cada coisa nas ruas… ‘Petralha! Volte para Cuba!’ Voltar? Como, se eu nem fui?”

Do humorista Gregorio Duvivier

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

As injustiças da Justiça

“Além de maus-tratos, superlotação, tortura silenciosa, motins e decapitações, um dos motivos do mal-estar prisional brasileiro é a negação sistemática de direitos. As varas das execuções criminais não funcionam. Em parte, pela falta de meios para gerenciamento eficiente de um sistema que abriga mais de meio milhão de pessoas, o que se agrava pelo déficit de defensores. Em parte, também pela omissão de juízes e promotores, que atuam como se fossem agentes da segurança pública, retardando ou negando aquilo que a lei estabelece. Como exigir respeito à lei por parte de quem a transgrediu no passado se autoridades que decidem seu futuro também a desrespeitam? É comum a espera de mais de ano por decisão singela de progressão de regime (do fechado para o semiaberto, do semiaberto para o aberto). José Dirceu obteve o direito de progredir para o regime aberto (prisão domiciliar) e a decisão do ministro Barroso, do STF, saiu apenas nove dias depois do pedido: o processo ainda tramitou pela Procuradoria da República, que rapidamente concordou com o benefício. Não é o padrão de tempo da Justiça brasileira, nem mesmo do STF, espraiando-se um sentimento de impunidade e privilégio. Dirceu deveria ser tratado como são tratados os presos? Ou, ao contrário, os presos deveriam ser tratados como os réus do mensalão em matéria de execução penal?”

Trecho de Padrões de Justiça, artigo do advogado Luís Francisco Carvalho Filho
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