sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O PT contaminou até os Estados Unidos e o Vaticano?

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Que tal receber um modem inteiramente grátis por R$ 63,90 mensais?

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O desejo é sobretudo uma ideia?

“Talvez por deformação profissional, tenho simpatia e uma certa admiração pelas fantasias e pelos gostos sexuais mais complexos. Só me escandaliza mesmo a ausência de fantasias: ridículo ou obsceno, para mim, é quem afirma desejar os buracos ou as protuberâncias do corpo do outro, ‘naturalmente’, sem ‘complicações’. Nossa sexualidade é diferente da dos outros mamíferos justamente porque os humanos se desejam sem que tenha que ser a hora em que a fêmea é fecunda. Ou seja, nossa sexualidade é uma aventura cultural: não transamos com buracos ou protuberâncias, transamos com pensamentos, sonhos, ficções, antecipações narrativas. Se os humanos passassem a transar por atração ‘natural’, seria uma perda cultural irreparável.”

Trecho de A segunda revolução sexual, artigo do psicanalista Contardo Calligaris

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Partindo para novos desafios

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Nada contra as ciclovias, mas cadê as hidrovias?

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Enchente

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Quanto vale o trabalho intelectual?

“Há um movimento global em construção. Por falta de outro nome, ele é chamado de movimento antigrátis (anti-free em inglês, com free sendo usado no sentido de gratuidade, não de liberdade). Sua origem é a constatação de que boa parte dos trabalhadores intelectuais do planeta hoje faz seu trabalho de graça ou por valores ínfimos. Um exemplo é o número de estagiários nas indústrias criativas de cidades globais como Nova York, Londres ou São Francisco que trabalham de graça em moda, design, artes plásticas, escrita, e publicidade. Trabalhar de graça é visto como a primeira etapa para ser remunerado no futuro. Mais do que isso, há um acordo tácito de que esse trabalho é pago por fatores além do dinheiro. Ir a festas sensacionais, conhecer pessoas ‘incríveis’ e o mais importante: acumular capital reputacional – que no futuro poderá ser trocado por pagamentos efetivos. (…)
Para complicar, estamos vivendo o momento em que as fronteiras entre trabalho e lazer (work e play) perdem sentido. Não causa mais espanto ver como o ambiente de trabalho das empresas no ramo criativo torna-se cada vez mais parecido com um espaço de lazer. Mas a questão vai além. Atividades on-line que hoje fazemos por ‘diversão’ na verdade geram valor econômico para alguém. Nesse sentido, a artista Laurel Ptak escreveu o manifesto ‘salários pelo Facebook’, em que demanda pagamento por suas contribuições feitas para o site. Por sua visão, seria como se milhões de pessoas no mundo tivessem se tornado estagiários não pagos das redes sociais. Muita gente trabalha em sua profissão regular até as 18h e à noite ‘estagia’ para redes sociais até a hora de dormir. Esse é um debate difícil. Para lidar com ele vamos precisar de novos conceitos.
Outra ilustração do debate é a obra de Yochai Benkler, professor de Harvard. Ele analisa como as pessoas criam e trabalham por conta de incentivos financeiros e não-financeiros (reputação, diversão, prazer pessoal, laços sociais e outros). Essa prática sempre fez parte das atividades humanas. Mercantilizá-la, com um preço para toda relação e atividade, é mais uma distopia do que algo desejável. No entanto, a questão é quando essa disposição para a criação não remunerada gera relações sociais abusivas. É contra isso que o movimento antigrátis se insurge. Na sua perspectiva, muita gente deveria receber seu hype em dinheiro.”

Trecho de Somos todos estagiários?, artigo de Ronaldo Lemos

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Sem perdão

“Eram outros tempos. Impossível julgá-los com os olhos de agora. O Brasil enfrentava a ameaça terrível do comunismo”, afirmam os que se opõem à condenação judicial de quem torturou presos políticos durante o regime militar. De fato, havia muitas diferenças entre o passado e o presente. Mas àquela época, como agora, já existia a noção coletiva do quanto é indigno estuprar mulheres com cabos de vassoura ou aplicar choques elétricos na genitália de homens imobilizados. Por que, então, deixar de punir os que, em nome de um suposto bem, praticaram o mal sabendo que o faziam?

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Tendência para o Natal

No shopping, o menino cumprimenta o Papai Noel e indaga: “Se eu optar pela delação premiada, ganho o autorama?”

A partir de uma charge de João Montanaro

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Quem é mais canalha: Chico ou Ahmed?

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