quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Os que não estão comigo estão contra mim?

“Ganhe Dilma Rousseff, ganhe Aécio Neves, o novo presidente terá conquistado apenas metade do eleitorado brasileiro, ou seja, ficará à frente de um país dividido por discursos maniqueístas, que colocaram de um lado ‘pobres’, de outro, ‘ricos’; de um lado ‘sul-sudeste’, de outro, ‘nordeste’; de um lado ‘esclarecidos’, de outro, ‘ignorantes’: reduzindo a vida da nação a uma luta de tribos que se odeiam. Democracia é o regime que busca administrar os interesses divergentes da sociedade e, para isso, vale-se da negociação entre as partes. O que vimos, no entanto, nos últimos meses, foram candidatos surdos orquestrando seguidores intolerantes, que, imbuídos de fé messiânica, carregam a Verdade (com vê maiúsculo) em estandartes, transportando perigosamente para o campo da política procedimentos típicos de torcidas de futebol, ou, pior ainda, emulando simulacros de facções religiosas, que se alimentam de ódio e ressentimento. Nesse meio tempo, amizades foram desfeitas, amores chegaram ao fim, famílias se tornaram reféns do rancor. (…) Nós, brasileiros, confundimos adversário com inimigo. Talvez possamos atribuir essa incompreensão à nossa história política, uma sucessão de golpes de estado e ditaduras totalitárias, que moldaram o caráter nacional. Por mais que desempenhemos no dia a dia um papel de homens e mulheres cordiais, somos na essência autoritários – basta que nossa opinião seja contrariada para deixarmos cair a máscara da nossa simpatia e vestirmos o uniforme da intransigência.”

Trecho de A tirania do pensamento único, artigo do romancista Luiz Ruffato 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Nem os ateus escapam da devoção?

“A arte substitui Deus.”

Do artista britânico Damien Hirst

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Por que defendo as cotas nas universidades?

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Depoimento de Tamires Gomes Sampaio,  presidente do Centro Acadêmico
da Faculdade de Direito do Mackenzie, em São Paulo. Ela é o primeiro negro
a ocupar o cargo na instituição

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Numa democracia de fato, presidentes apoiados pelos excluídos seriam menos legítimos do que os apoiados pela elite?

“Segundo o Datafolha, no primeiro turno das eleições, Dilma venceu Aécio por 57% a 31% entre os excluídos. Já entre os que ganham até dois salários mínimos, Dilma venceu por 52% a 37%. Entre a população economicamente ativa, Aécio ganhou de 49% a 43%, mas perdeu de Dilma entre a população não economicamente ativa por 41% a 47%. O Brasil do trabalho formal, produtivo, dos seus trabalhadores e empresários, no campo e na cidade, o Brasil da cultura e da tecnologia – essa é, de fato, a elite brasileira – rejeitou, por ampla maioria, o PT e sua candidata. Deu mais votos a Aécio e Marina. Os outros, com todos os direitos que lhes devem ser garantidos e com toda a proteção social que a sociedade lhes deve, são os excluídos. Deram a maioria dos votos a Dilma. A pergunta que qualquer pessoa intelectualmente honesta deve se fazer é se, com esse perfil político do eleitorado, ainda que vitoriosa nas urnas, Dilma teria condições de governar o Brasil.”

Trecho de um artigo de Alberto Goldman, vice-presidente nacional do PSDB

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Quem amassou a Terra?

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Nosso planeta não é propriamente redondo, como demonstram as imagens acima,
sustentadas pelas teses do cientista alemão Johann Carl Friedrich Gauss 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Vai olhar o vídeo ou prefere fazer a egípcia?

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Confessa, onça!

“Ê, onça pintada
Quem foi que te pintou?
Quem te pôs o preto?
Quem te pôs o preto?
Quem te amarelou?

Por que tu não é vermelha, onça?
Nem é rosa-choque a tua fuça?
O teu olho parece de louça
Quem achou de te pintar?

Tanta pinta preta, poxa, onça
Mas um dia nem que a vaca tussa
Eu te pinto de azul da prússia
Que bonito vai ficar!”

Letra de Onça Pintada, música escrita e interpretada por Zeca Baleiro
A animação é de Marcos Faria
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Um Estado seco e cego

Charge de João Montanaro

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O amor é lava que cobre tudo?

“Minha carta de amor soa mais como um bilhete. Um bilhete que escrevo rapidinho entre um compromisso e outro (depois do amor, arranjei tempo pra muita coisa), entre um papo e outro com amigos queridos (depois do amor, descobri que tem uma porção de gente legal no mundo), entre uma corrida no parque e o pão caseiro que aprendi a fazer (ah, como me divirto depois do amor). Oh, anjos que cuidam dos corações apaixonados, livrai-nos dos amores que nos fazem acreditar que a vida é um temporal. Tem sol lá fora!”

Um dos depoimentos que integram o projeto Minha Carta de Amor no Instagram

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O que veem os olhos dos que não veem?

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