Simbiose

“Deus, que será de ti quando eu morrer?
Eu sou teu cântaro (e se me romper?)
A tua água (e se me corromper?)
Sou teu agasalho, sou teu afazer.
Vai comigo o significado teu.

Não tens mais sem mim aquela casa, Deus,
que com quentes palavras te acolhia.
Perdem teus pés exaustos as macias
sandálias: também elas eram eu.

(…)

Deus, que será de ti? Tenho medo, tanto… ”

Trecho de um poema de Rainer Maria Rilke, traduzido por José Paulo Paes
Dica de Gianni Paula de Melo
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2 Comentários para “Simbiose”

  1. g. disse:

    oxe, por que cortasse? =*

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