O reflexo da Era Lula no Natal

O almoço natalino de ontem registrou um aumentou expressivo de familiares que recorreram à pergunta “É pavê ou pra comer?”. De acordo com o Nupal, Núcleo de Pesquisas da América Latina, a questão esteve presente em quase 45 milhões de lares brasileiros.  O número revelou-se 27% maior que o de 2010. O Nupal atribui o fenômeno à eclosão da nova  classe C. “Neste ano, graças à melhora da renda doméstica, donas de casa que costumavam restringir a sobremesa do dia 25 à gelatina com Leite Moça puderam comprar bolacha champanhe, ovos, Nescau e outros ingredientes do pavê. O doce, assim, figurou maciçamente nas mesas de todo o país – o que acabou provocando um recrudescimento dos lugares-comuns proferidos por tios e cunhados depois do terceiro copo de sidra”, explica um especialista do instituto. Ele avalia que a frequência da pergunta diminuirá no próximo ano por causa dos inevitáveis efeitos da crise europeia sobre a economia do país. “Muito provavelmente, em 2012, parte da população retrocederá uma ou duas casinhas no tabuleiro da mobilidade social e não terá a iguaria nem pavê, nem pra comer.”   

A partir de um post do jornal Sensacionalista
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