Quando a dor não ousa dizer o próprio nome

“Num carro, a caminho do Alto da Boa Vista, sigo com alguns jovens _alguns extremamente jovens_ que se embriagam e rompem ampolas de Kelene, em cujo rótulo leio anestesiante. Sim, é fértil em recursos essa mocidade, mas do que precisamente procura ela se anestesiar? Nenhum deles sofre de algum mal profundo _e no entanto, esse mal pior de não sofrer de mal nenhum…”

Trecho do Diário Completo, de Lúcio Cardoso
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