A herança mais bonita que o feminismo legou para os homens é a descoberta de poderem exercer a paternidade com afeto?

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“Aquilo a que antigamente se chamava pai não passava de uma ausência: um senhor que saía cedo e entrava tarde, pagava as contas, exigia respeito e obediência _ou pior. As famílias assim constituídas estoiraram porque viraram fontes de solidão e violência. Hoje, sem as escoras das aparências sociais, os filhos estão se tornando o que desde sempre deveriam ter sido: exemplos de alegria, liberdade e futuro. Nenhum filho merece o peso da infelicidade obrigatória dos pais, nenhum filho prefere uma família agrilhoada aos seus tornozelos a um pai e uma mãe autônomos, aos quais possa amar como pessoas inteiras, estejam juntos ou separados. O divórcio tem sido muitas vezes o início do casamento dos pais com os seus filhos _o princípio do exercício da verdadeira paternidade, uma experiência de amor muito diferente da que oferece a conjugalidade.”

Trecho adaptado de Paternidade, crônica da portuguesa Inês Pedrosa
No vídeo, Jorge e Alexa Narvaez _pai e filha_ fazem um cover de Home, canção da banda californiana Edward Sharpe and the Magnetic Zeros. Abaixo, a versão original da música:
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5 Comentários para “A herança mais bonita que o feminismo legou para os homens é a descoberta de poderem exercer a paternidade com afeto?”

  1. Rener Melo disse:

    Uau.. Eu me apaixonei pelo primeior video. Que coisa mai fofa do mundo é essa? Que lindos!

  2. Adriana Vieira disse:

    Conhecendo o blog, me deparei com esse post maravilhoso. Vou compartilhar no FB. Também vou atrás dessa crônica… Está na rede? Onde posso encontrá-la?

  3. Adriana Vieira disse:

    Valeu, Armando. Vou procurar o texto. Muito legal o blog! Passarei a acompanhá-lo. Abraços.

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