A constância do inconstante

O menino, de uns 8 ou 9 anos, se aproxima da banca de jornal.
– Moço, tem figurinha do Pokémon?
– Não. Hoje não tem.
– Droga! Sempre nunca tem!

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1 Comentário para “A constância do inconstante”

  1. “druooooga… sempre nunca tem” é muito a nossa cara!

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