Arquivo de junho de 2015

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Meu problema é a felicidade?

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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Cadê a sacanagem que estava aqui?

Imagem de Amostra do You Tube
Comercial da grife Diesel

terça-feira, 23 de junho de 2015

Eterno enquanto dura

Tudo passa, menos a sensação de que nada passa quando o tudo ainda não passou?

terça-feira, 23 de junho de 2015

Por que vejo tanta graça em piadas infames?

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sobre a importância da desimportância

“Escrever poesia pode até ser girar no vazio… Mas o que faz nosso planeta o tempo todo senão girar no vazio?”

Do poeta Carlito Azevedo

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Vai encalhar?

“Depois do livro para colorir, vem aí o livro para alfabetizar”

Manchete do site humorístico Sensacionalista

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Quem foi o sacana que adiantou o sol?

“Cocorocó, o galo já cantou
Levanta, nego
Tá na hora de tu ir pro batedor

Ó, nega, me deixa dormir mais um bocado

Não pode ser
Porque  o senhorio está zangado com você
Ainda não pagaste a casa este mês
Levanta, nego, que só faltam dez pra seis

Nega, me deixa dormir
Eu hoje me sinto cansado
O relógio da parede talvez esteja enganado
Nega, me deixa dormir
Eu hoje me sinto doente

Deixa de fita, malandro
Você não quer ir pro batente”

Cocorocó, samba de Paulo da Portela
Interpretado por Clementina de Jesus e Roberto Ribeiro em 1979
Imagem de Amostra do You Tube

 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Como posso estar sem clima em casa se moro sozinho?

“Atendi o pedido de meus pais, de não falar com estranhos, e até hoje não me escuto.”

Do poeta Fabrício Carpinejar

quinta-feira, 18 de junho de 2015

O doce só faz sentido por causa do amargo?

“Se não tivesse o amor?
Se não tivesse essa dor?
E se não tivesse o sofrer?
E se não tivesse o chorar?
Melhor era tudo se acabar”

Trecho de Consolação, música de Baden Powell e Vinicius de Moraes
Interpretada por Baden
Imagem de Amostra do You Tube

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Fuvest ou MasterChef?

“Sonhei que o vestibular era corrigir textos ruins em português e inglês + cozinhar duas refeições equilibradas e saborosas ao som de uma música horrível e com uma pessoa chata interrompendo pra fazer comentários aleatórios. Eu dei chilique, rasguei a apostila, queimei a carne e enchi a abobrinha de óleo, gritando que aquela prova era um absurdo.”

Do Facebook de Mariana Delfini
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