Arquivo de abril de 2014

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Quão sujo você é?

Faça o “teste da pureza” e descubra

“Tirar xérox da própria bunda ou da pepeca?! Que bizarro! Quem ousaria uma asneira dessas?!”, indignou-se Marlene com um sotaque carioca tão inconfundível quanto persistente. A morena de 30 e poucos anos abandonara o Rio de Janeiro havia quase duas décadas, mas o “r” arrastado e o “s” à beira do “x” teimavam em persegui-la, como mortos-vivos foragidos do cinema. Soraia e eu gargalhamos sem rédeas frente àquela repentina exasperação – menos por imaginarmos moçoilas posando em cima de fotocopiadoras e mais pelo substantivo que Marlene escolheu para driblar a palavra “vagina”. Pepeca, ostrinha, ximbica, popoca, bacurinha, periquita, xandoca… Por que, quando se refere à genitália feminina, tanta gente privilegia os termos de sonoridade infantil?

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quarta-feira, 30 de abril de 2014

E por que não consigo dar nem ao menos um?

Cientistas suecos criaram uma fórmula matemática que calcula todas as maneiras possíveis de fazer nós de gravata. São 177.147. Tanta variedade nos permitiria usar gravatas diariamente ao longo de 485 anos sem repetir nenhum nó.

Da revista Superinteressante 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Já ouviu falar em agrofitness?

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Quanto tempo ainda irá durar nosso afã de descartar?

“Habituamo-nos a tratar os amores como electrodomésticos: quando se escangalham, vamos ao supermercado comprar um novo, igualzinho ao que o outro era. Consertar? Não compensa: o arranjo sai caro, além de que nunca se sabe muito bem onde procurar a peça que falta. Substituímos a eternidade pela repetição, e o mundo começou a tornar-se monótono como uma lição de solfejo. Tememos a maior das vertigens, que é a da duração.”

Trecho de Nas Tuas Mãos, romance da portuguesa Inês Pedrosa 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Por que insisto em ser tão realista?

terça-feira, 29 de abril de 2014

Mesmo a solidariedade tem limites?

“Sei que moro num país racista e aprendi isso na minha casa. Foi parte da minha educação entender e lidar com a falta de respeito das pessoas que não me aceitavam por causa da minha cor de pele. Então não me venha com esse papinho furado de que todos somos macacos, todos somos isso, todos somos aquilo. Nas redes sociais, todos somos tudo. Quero ver ser preto na rua!”

Do Facebook de Valéria Fonseca

terça-feira, 29 de abril de 2014

Quem há de reciclar nosso bom senso?

“Viver está tão chato que até pra jogar conversa fora daqui a pouco vai ter gente separando o lixo.”

Da cronista Tati Bernardi

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Me envenena que eu gosto

“Como é que pode tanto engodo assim
Num líquido preto
Preto e docinho
Docinho e cheio
Cheio de gás?
Que é uma delícia
Te deixa gorda
Ninguém sabe a fórmula
Mas tem muito sódio
E cura a ressaca
Te faz de panaca”

Trecho de Líquido Preto, canção da banda Apanhador Só
Imagem de Amostra do You Tube

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Os bonitos tendem a ganhar salários maiores?

“Beleza, disse Aristóteles, é o melhor cartão de visitas. Com cabelos louros, dentes perfeitos e (é difícil não dizer faiscantes) olhos verde-claros, Marissa Mayer, a CEO do Yahoo!, dá a impressão de confirmar a máxima do filósofo grego, que via na beleza ‘ordem, simetria e definição’. Ao assumir o cargo, em 2012, uma maratona de entrevistas e aparições na TV e na internet teve como efeito imediato a subida das ações da empresa na Nasdaq, a bolsa eletrônica americana. Mas o que parecia apenas o otimismo do mercado com a executiva, hoje com 38 anos, ganhou um novo significado com as conclusões de um inusitado estudo recém-publicado por Joseph Halford e Hung-Chia Hsu, dois economistas da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos. 
Executivos atraentes, dizem os dois, fazem subir os preços das ações das empresas que comandam, pelo menos no primeiro dia. Os dados são corroborados não só por Marissa, mas por outros 677 executivos analisados durante a pesquisa. Os resultados reforçam as conclusões de cientistas sociais, economistas, sociólogos e psicólogos que há anos se dão conta de um fenômeno: no mundo do trabalho, ser bonito dá dinheiro. Ainda que, é inegável, uma pessoa bonita chame atenção em qualquer lugar, economistas não costumavam admitir que entre trabalhadores exista o ‘prêmio da beleza’. Exceto em ramos como entretenimento ou prostituição, a visão mais comum era de que empregados são recompensados pelo desempenho _e apenas por isso. Mas a partir dos anos 90 novos estudos revelaram que a aparência conta mais do que a maioria gostaria de admitir.
‘A evidência é bastante clara de que pessoas confiam mais em alguém bonito’, diz Daniel Hamermesh, economista e professor da Universidade do Texas. Beauty Pays: Why Attractive People Are More Successful (A beleza paga: por que pessoas atraentes são mais bem-sucedidas), livro que resume os 20 anos de estudos de Hamermesh sobre o tema, afirma que a sociedade recompensa as pessoas bonitas. Ele tem até um valor para o quanto uma pessoa bela, na comparação com uma de beleza média, receberá a mais na vida: US$ 230 mil.
Pessoas bonitas, segundo o trabalho, ganham mais dinheiro do que as médias e as feias. Outros estudos também apontam que elas são consideradas mais inteligentes, mais produtivas, têm mais chances de conseguir um bom emprego, obter empréstimos com juros mais baixos e ainda renegociá-los, caso algo dê errado. E mais probabilidade de entrar numa boa faculdade e de receber uma pena menor em um julgamento. Estatisticamente, estão destinadas a se casar com um parceiro também bonito e inteligente. Criador do termo ‘pulcrinomia’ para a economia da beleza, o acadêmico descobriu que um homem sem muitos atrativos recebe 17% menos do que um atraente. Uma mulher na mesma situação receberá 12% menos.”
Trecho de Mercadores da Perfeição, reportagem de Alexandre Rodrigues

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Hahaha

Por que continuo usando onomatopeias de risada em torpedos e outras mensagens do gênero? No fundo, nada me diferencia do comediante que, inseguro da própria piada, apela à claque em programas de humor?

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