Arquivo de janeiro de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O que há de comum entre Justin Bieber e as empregadas domésticas?

“A ideia de celebridade agencia uma diferenciação num mundo que se deseja construído de iguais. Os seus perigos são claros: toda pessoa célebre tem uma superespecialização que se confunde com um dom. O famoso é a tela na qual as pessoas comuns projetam o que lhes falta. Os mitos das celebridades insistem em dizer como elas foram pessoas simples e pobres antes de obterem a tão desejada fama. O astro é, entre outras coisas, um especialista no que faz e um modelo do que faz. Daí a tendência a confundir o seu papel público com a sua intimidade. A suposição de uma excepcionalidade em tudo se desfaz e decepciona quando ocorre um desvio entre a figura que aparece no palco e a figura que surge — bêbado, burro, arrogante, desonesto, corrupto e, acima de tudo, infeliz como todo mundo — na vida real. Isso é acentuado pela nossa busca de coerência. Do outro lado do universo das celebrizações para cima, há o conjunto de empregados e de inferiores que congrega as ‘celebridades para baixo’. Os garçons, engraxates, motoristas, porteiros e empregados em geral que fazem a nossa comida, lavam a nossa roupa, vigiam nosso lar e nos protegem do mundo. Esses fornecedores de amor, atenção e carinho preenchem um espaço que não ocupamos e passam a impressão de que vivem apenas para o que fazem. Para muitos, ver a empregada namorando é tão surpreendente quanto descobrir que a sua celebridade favorita tem um péssimo caráter.”

Do antropólogo Roberto DaMatta
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

3.000.000.000.000.000 em 1. Vai querer?


HQ de Gustavo Sala
(clique na imagem para ampliá-la)

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O amor, quando bate, nos tira o medo da morte?

Imagem de Amostra do You Tube
Marcelo D2 em Você Diz Que o Amor Não Dói

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Disque aritmética

Um garotinho em apuros com os números resolve ligar para a polícia.
Escute a divertida conversa aqui.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

E se a molecada indie lançasse um dicionário?

“Adulto: pessoa que ouve bandas que já não são mais hype, tipo Vaccines
Branco: a cor do Criolo
Camponês: pessoa que não tem Instagram ou, se tem, não atualiza muito
Céu: pessoa que só canta no SESC Pompeia, agora que o Studio SP fechou
Igreja: no Brasil, é um lugar onde toca Padre Marcelo; nos Estados Unidos, é um lugar onde rolam uns corais black superirados que são influência do Black Keys
Inveja: é quando falam que a boca da Lana Del Rey parece o bico de um pato
Mãe: pessoa que eu falo pra todo mundo que me ensinou a gostar de Beatles e Johnny Cash, mas que só ouve mesmo João Paulo e Daniel
Paz: fones de ouvido rolando Florence and the Machine, meu notebook e um copo de café na mesa dos fundos do Starbucks
Solidão: quando não tem ninguém on (não existe)
Universo: Londres”

Extraído do tumblr Fora do Beiço

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Até onde você topa ir em nome da segurança na internet?

Clique na imagem se quiser ampliá-la

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Já reparou que conjunções adversativas são incompatíveis com certas afirmações?

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Cadê o menino que estava aqui?

Poucas coisas me comovem tanto quanto a criança que imagina se esconder quando cobre os olhos com as mãos.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Da boa

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Quem muito compartilha acaba não se compartilhando com ninguém?

HQ de André Dahmer
(clique na imagem para ampliá-la)
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