Arquivo de outubro de 2013

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pobre do rico que confia demais na riqueza?

“- Então, o que há de diferente entre mim, desvairado, e ti, sábio, já que nós dois desejamos posses?
– Muita coisa. As riquezas servem ao sábio, enquanto comandam o louco. O sábio não permite nada às riquezas; elas, a ti tudo permitem. Tu, como se a ti tivesse sido garantida posse eterna, ficas preso a elas como se fosse um vínculo habitual. O sábio pensa na pobreza justamente quando está instalado na riqueza. Jamais um general confia na paz a ponto de deixar de lado a vigilância e a preparação para uma guerra. Embora sem combate, a guerra continua declarada. Para ti, basta uma casa luxuosa para que te tornes arrogante, como se ela não pudesse desmoronar ou queimar. A riqueza te embriaga porque pensas que ela tem o poder de superar qualquer dificuldade e que o destino não poderá aniquilá-la. Ficas despreocupado em meio à riqueza sem o menor cuidado com o perigo que ela pode trazer.”

Fragmento do tratado Da Felicidade, escrito por Sêneca 
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Caco Barcellos ou Cato o Barcellos?

Quadrinho de Adão Iturrusgarai

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Inquirindo a Inquisição

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Há pesadelo maior que sonhar o sonho do outro?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Mais dia, menos dia, todo casamento vira um calvário?

“No momento em que a liberdade amorosa – o desejo de ter uniões movidas pelo prazer, de casar-se com a pessoa amada e não com alguém imposto -, exerce seu poder de sedução sobre boa parte das sociedades tradicionais, como a dos países muçulmanos ou da Índia e da China (…), e, entre nós, gays e lésbicas querem obter direito ao casamento, este passa por uma crise de legitimidade no Ocidente. Na forma clássica, ele vem sendo acusado de todos os males: desigualdade, despotismo, redução da mulher à condição de propriedade. Além disso, vem trazendo a reboque o adultério e a prostituição. Poucas instituições provocaram tanto sarcasmo e raiva. Na forma contemporânea de consentimento que triunfou no pós-guerra, o casamento criou outros flagelos, sem se livrar dos antigos: nem o prazer pago nem a infidelidade desapareceram e acrescentou-se, ainda, a explosão do número de divórcios e o crescimento do celibato.
A história do casamento clássico era feita de resignação ou de repulsa à reclusão conjugal. Sua história atual, pelo menos na Europa, é a de desinteresse. Ao longo do tempo, o casamento teve múltiplos adversários, até que se tornou ele próprio o seu pior inimigo. Preocupado com a harmonia, o século 20 emancipara os corações e os corpos, mas o resultado disso foi o crescimento da discórdia.
O que aconteceu? Será que o castelo encantado do afeto recíproco não passava de um barracão tosco e exposto às intempéries? Como, então, o amor, tradicionalmente insubmisso à lei, pode nela se articular, uma vez que a transgressão é a sua característica natural?”

Trecho de Fracassou o Casamento por Amor?, livro do filósofo francês Pascal Bruckner      

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Paróquia ou piróquia?

Visão aérea de um templo em Illinois, nos Estados Unidos,
o da Christian Science Society. A construção despertou piadas na internet
por causa de seu aspecto fálico e do slogan que norteia os devotos da igreja: “Elevando-se”
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Mal anoiteci e já tenho de amanhecer?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Vizinhos do Pateta

Como black blocs que se esqueceram de crescer, os garotos de 6 ou 7 anos desferiam pauladas e chutes no muro do colégio – não o muro da frente, mas o dos fundos, altíssimo e salpicado de ladrilhos coloridos.  
– O que vocês pretendem com tanta pancadaria, meninos?
– Derrubar o muro.
– Mas por quê?
– Porque nos disseram que do outro lado fica a Disneylândia.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Contraventores

Se a noite é uma criança, os boêmios são pedófilos?

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A gula da Magali chega a tanto?

Prova de língua portuguesa aplicada numa escola
acriana de ensino fundamental
 Para entender o caso inacreditável, clique aqui
Para ampliar a prova, clique sobre a imagem
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