Arquivo de maio de 2013

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Feriado? Do que se trata?

“Hoje, se tudo correr bem, eu me fodo.”

De Murilo Felisberto, num fechamento do Jornal da Tarde em que nada funcionava
Dica de Ricardo Lombardi
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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Para evitar a inveja, ginástica

Olho gordo é um tipo de gordura localizada?

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Cachorro escaldado

Imagem de Amostra do You Tube

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Cidade fantasma

“O que é, afinal, Brasília? Que terras misteriosas são essas onde tudo parece vir do exterior? Ou que, reformulando, parece não ter existência própria senão como lugar vazio?”

Do crítico de cinema Inácio Araujo

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Por que me prender às prendas domésticas?

RITUAL DA LAVANDERIA
Separar roupas – Hoje
Lavar – Amanhã
Dobrar – Quando der
Passar – Hahaha

Piadinha que corre pela internet

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Esquecer é lembrar em rebeldia?

“Só pra você saber
Eu esqueci você
Um mês depois de você me esquecer de vez
E decidir ficar sozinho

Só pra você saber
Eu esqueci você
E se o meu olhar cruzar com o seu
É só porque você tá no caminho”

Trecho de Eu Esqueci Você, música de Clarice Falcão
Interpretada pela própria Clarice
Imagem de Amostra do You Tube

terça-feira, 28 de maio de 2013

O mais assíduo da classe

– Vamos à chamada: Lucas?
– Presente!
– Matheus?
– Presente!
– João?
– Presente!
– Jesus?
– Onipresente!

A partir de uma HQ de Adão Iturrusgarai 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Give peace a chance

“pra que
brigar
que bode!
se a gente
pode
se ligar
dar play
no sound 
brincar
no playground
e brilhar
no underground
night and day
até o último
round?”

Ei!, poema de Paulo César de Carvalho

terça-feira, 28 de maio de 2013

Honremos o mérito?

“O que é ‘privilégio’? E como ele se reproduz? Em todas as sociedades modernas, como a brasileira, os privilégios que asseguram acesso diferencial aos bens ou recursos que todos desejamos, sejam materiais, como carro e casa, sejam imateriais, como o prestígio e o charme que asseguram a conquista de um parceiro erótico, são explicados a partir da apropriação diferencial de certos ‘capitais’ – que vão pré-decidir toda a competição social por todos os bens escassos, materiais e imateriais, que todos desejamos as 24 horas do dia. Esses ‘capitais impessoais’, antes de tudo o capital econômico e o capital cultural, são, portanto, o fundamento opaco e nunca assumido de toda a dominação social injusta. A regra básica da cegueira na qual todos vivemos é que percebemos o ‘capital econômico’, mas nunca percebemos o ‘capital cultural’. É que o ‘capital cultural’ não são apenas os títulos escolares de prestígio que garantem à classe média seus empregos bem pagos e reconhecidos. Capital cultural é também e principalmente toda a herança imaterial e invisível, tanto emocional quanto cognitiva e moral, que recebemos desde tenra idade, sem esforço, no convívio familiar, como a habilidade para o pensamento abstrato, o estímulo à concentração – que falta às classes populares e a condenam ao fracasso escolar -, a capacidade de perceber o futuro como mais importante que o presente etc. Isso tudo somado constrói o indivíduo das classes alta e média como ‘vencedor’ na escola e depois no mercado de trabalho, não por seu ‘mérito individual’, como os indivíduos dessas classes gostam de pensar, mas por uma ‘vantagem de sangue’, familiar e de classe, como em qualquer outra sociedade tradicional do passado.
Como a herança do capital cultural, enquanto pressuposto emocional, cognitivo e moral de todo privilégio, é invisível e opaca à consciência cotidiana, a falácia do ‘milagre’ do mérito individual pode campear à vontade. Esse falso milagre é o fundamento que legitima todo tipo de apropriação injusta de privilégios permanentes, condenando os indivíduos que tiveram o azar de nascer na família e na classe errada à miséria e à humilhação, como se alguém pudesse ‘escolher’ ser pobre e desprezado. A dominação social moderna é produzida por um engodo, uma fraude, uma mentira compartilhada por todos os privilegiados. Isso acontece exatamente do mesmo modo nas sociedades que admiramos e imitamos, como França, Alemanha ou Estados Unidos. Mas o que há de especificamente perverso nas classes dominantes brasileiras que não existe nessas outras sociedades? É que no Brasil as classes média e alta não apenas repetem a distorção da realidade que permite perceber o privilégio herdado como se tivesse nascido do próprio esforço, mas também ‘tiram onda’ de que são generosas e críticas. Essa é uma fraude que um republicano americano típico jamais faria.”

Trecho de Pensamento mediano, artigo do sociólogo Jessé de Souza 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Viciado em quadrinhos

Entendi mal ou o semáforo de pedestres acaba de dizer que o Incrível Hulk pode atravessar?

A partir de A Moça do Sonho, blog de Rita Apoena
Dica de Julia Medeiros
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