Arquivo de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Será que os bandeirantes matavam índios por lhes invejar os ornamentos?

Um dos cavaleiros que compõem o Monumento às Bandeiras, no parque Ibirapuera, em São Paulo, amanheceu ontem com as unhas do pé esquerdo pintada de azul. A polícia ainda não conseguiu identificar o pichador que atacou de manicure.

 

 

 

 

 

 

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terça-feira, 15 de maio de 2012

Eis a tal da margem de lucro?

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Por que minha autocrítica é tão autocrática?

66, música da banda O Terno

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O que corrompe os corruptos?

“É a cupidez, é o desejo de glória
Que levam os humanos a transgredir a lei
Até se tornarem autores ou cumplices de um crime.
Ele se esforçam dia e noite, até à exaustão
Para alcançar o topo. Mas todas essas paixões
São alimentadas sobretudo pelo medo da morte.
Pois ser desprezado e apodrecer na miséria
É para eles o oposto de uma vida doce e estável
É como já estar na sombra da morte.
Por isso, eles desejam, movidos por esse medo vão,
Fugir para longe desses males, afastá-los para longe de si.
Eles fazem correr sangue para aumentar seus bens…
É esse mesmo medo da morte, quase sempre,
Que os corrói de inveja…
Eles morreriam para se enxergar em estátua e glória…”

De Lucrécio, poeta e filósofo latino

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Distrito Federal

– Exijo respeito! Sou um homem de bem!
– Como? Um homem de bens?

A partir de um comentário do cronista Ivan Lessa

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Procura-se a química do desprendimento

O meu caso é de Frontal ou de foda-se?

A partir de uma frase da escritora Antonia Pellegrino

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O que as mãos veem?

 

 

 

 

 

 

 

“Todos conhecem a história dos cinco cegos e do elefante. Cada cego apalpa uma parte do elefante e identifica um animal diferente. E se os cinco cegos fossem Homero, Jorge Luis Borges, Ray Charles, Mr. Magoo e James Joyce, que não era totalmente cego mas enxergava pouco? Cada um apalpando uma parte do elefante.
Homero: ‘Não sei que bicho é, mas cabem muitos gregos nesta barriga…’
Joyce: ‘É um animalegórico bucefálico simbioselizando a androginergia da raçumanancial primEva, e estas bolas são decididamente irlandesas’.
Borges: ‘Este deve ser um dos 87 troncos que sustentam o Palácio dos Pavões em Samarkand, onde está a biblioteca circular do príncipe Rham’apu, onde há um único códice, que contém a única imagem conhecida do Palácio dos Pavões em Samarkand, onde está a biblioteca circular do príncipe Rham’apu, onde há um único códice que contém a única imagem conhecida do Palácio dos Pavões em Samarkand, onde está a biblioteca circular do príncipe Rham’apu, onde há um único códice que contém… estranho, a imagem de um elefante!”
Mr. Magoo (que entrou na boca do elefante pensando que era o banheiro): ‘Help!’
Ray Charles (acariciando a cauda peluda do elefante): ‘Georgia!'”

Do cronista Luis Fernando Verissimo

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Na ilha de “Lost”

A paixão é uma certeza rodeada de hesitações por todos os lados?

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O primeiro a apagar o dia acende a noite?

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sem egoísmo não há arte?

“A única responsabilidade do artista é com sua arte. Ele carrega um sonho, e o sonho o angustia tanto que ele precisa se livrar daquilo. Se for necessário roubar a própria mãe para escrever um livro, não hesitará em fazê-lo.”

Do romancista William Faulkner
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