Arquivo de dezembro de 2011

sábado, 31 de dezembro de 2011

Para que servem os jornais?

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Gene Kelly em 1950, no filme Summer Stock, dirigido por Charles Walters
Dica de Paulo Bechelli   
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mesmo quando tenho certeza, duvido?

“Já não sei se sei que nada sei.”

Do Facebook de Jorge Elô

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mais do que uma época, a modernidade é uma ética?

“[Para o filósofo Michel Foucault], a modernidade equivale sobretudo a uma atitude, ‘um modo de se relacionar com a realidade contemporânea’. Essa atitude possui dois aspectos principais. O primeiro é uma atenção ao tempo presente, o contínuo questionamento do contexto ao qual pertencemos, que nos molda e em relação ao qual devemos nos situar. Repetindo Baudelaire, Foucault afirma: ‘Você não tem o direito de desprezar o presente’. Mas a modernidade é também, e crucialmente, ‘um modo de relação consigo mesmo’, o que Foucault chamou de ‘asceticismo indispensável’. ‘Ser moderno’, ele explica, ‘é não aceitar a si mesmo como se é no fluxo dos momentos que passam; é tomar a si mesmo como objeto de uma elaboração complexa e difícil (…). É sentir-se compelido a se inventar’. Assim, para Foucault, a atitude que define a modernidade é essa atitude crítica de constante interrogação sobre quem somos, como fomos constituídos como sujeitos e, simultaneamente, de trabalharmos nossos limites e tentarmos ir além deles, ‘um trabalho paciente que dá forma à impaciência da liberdade’.”

Trecho do ensaio Ruth Corrêa Leite Cardoso: a Intelectual e Seu Tempo, de Teresa Pires do Rio Caldeira

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Você acredita em SAC?

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Trecho do extinto programa Muvuca (Rede Globo)
Dica de José Geraldo Couto

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Viu o mais novo relatório da Secretaria de Segurança Pública?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O reflexo da Era Lula no Natal

O almoço natalino de ontem registrou um aumentou expressivo de familiares que recorreram à pergunta “É pavê ou pra comer?”. De acordo com o Nupal, Núcleo de Pesquisas da América Latina, a questão esteve presente em quase 45 milhões de lares brasileiros.  O número revelou-se 27% maior que o de 2010. O Nupal atribui o fenômeno à eclosão da nova  classe C. “Neste ano, graças à melhora da renda doméstica, donas de casa que costumavam restringir a sobremesa do dia 25 à gelatina com Leite Moça puderam comprar bolacha champanhe, ovos, Nescau e outros ingredientes do pavê. O doce, assim, figurou maciçamente nas mesas de todo o país – o que acabou provocando um recrudescimento dos lugares-comuns proferidos por tios e cunhados depois do terceiro copo de sidra”, explica um especialista do instituto. Ele avalia que a frequência da pergunta diminuirá no próximo ano por causa dos inevitáveis efeitos da crise europeia sobre a economia do país. “Muito provavelmente, em 2012, parte da população retrocederá uma ou duas casinhas no tabuleiro da mobilidade social e não terá a iguaria nem pavê, nem pra comer.”   

A partir de um post do jornal Sensacionalista

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mal cheguei e já preciso ir?

“Não tenho medo de morrer. Tenho pena.”

Do humorista Chico Anysio

sábado, 24 de dezembro de 2011

Com quem ficam os presentes das crianças que não ganham nada do Papai Noel?

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Boas Festas, canção de Assis Valente, interpretada pelos Novos Baianos

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Viu o último relatório da Secretaria de Segurança Pública?

Extraído do Facebook de Leandro Coletto Biazon
(clique na imagem para ampliá-la)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Licença poética

Quem ousará dizer
que não é azul
o vermelho que o poema
proclama ser?

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