Arquivo de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Quantos anos você realmente viveu?

“Morrer de muitos anos e viver muitos anos não é a mesma coisa. Ordinariamente, os homens morrem de muitos anos e vivem poucos. Por quê? Porque nem todos os anos que se passam se vivem: uma coisa é contar os anos, outra vivê-los; uma coisa é viver, outra durar. Também os cadáveres debaixo da terra, também os ossos nas sepulturas acompanham os cursos dos tempos, e ninguém dirá que vivem. As nossas ações são os nossos dias; por elas se contam os anos, por eles se mede a vida: enquanto obramos racionalmente, vivemos; o demais tempo, duramos.”

Trecho de um dos sermões de padre Antônio Vieira (o das exéquias do conde de Unhão) 
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

O mundano tem sempre um quê de divino?

Sentia-se tão bem nos inferninhos que preferia chamá-los de ceuzinhos.

A partir do Twitter @aleportoblog

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Joquempô

Se o sol é uma bola de fogo, por que a chuva não o apaga?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quando tudo estava de manhã

À medida que envelhecemos, mais precisamos daqueles que nos conheceram na juventude?

O título do post remete à canção Itapuã, de Caetano Veloso
Imagem de Amostra do You Tube

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

É o que chamam de gente que faz?

Clique na imagem para ampliá-la
Dica de Georgia Barcellos

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Melhor o tombo do que o tropeço?

“Não ter medo de nada, nem de morrer. Você tem medo da morte? (…) Besteira. Morrer não tem importância – Mário de Andrade morreu e está mais vivo do que eu. Do que você. Estou repetindo palavras dele! Tenha medo é dos escorregões. Não escorregue, caia de uma vez. Os medíocres apenas escorregam. Os bons quebram a cabeça.”

Trecho do romance O Encontro Marcado, de Fernando Sabino

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ligeirim

Se em Minas tudo é trem, então fast food de comida mineira é trem-bala?

Embalagem do Uai in Box, restaurante que entrega pratos mineiros a domicílio 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

José Simão

O cronista e humorista acaba de lançar o livro A Esculhambação Geral da República  

(mais…)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Meu sonho? Parar de sonhar-te

“Quando penso em ti, o pensamento enlaça
À tua volta como a vinha, em árvore,
De folhas largas cobre onde se escore,
Traçando véu no bosque que ela embaça.
Porém, minha palmeira, que se entenda:
Não quero o meu pensar em vez de ti,
Que és tão melhor! Melhor, se estás aqui
Como a árvore forte que já estenda,
A desnudar o caule, altivos ramos.
Que esses liames a te atrapalhar
Caiam rompidos pois de onde passamos!
Tão contente, ao te ver, de te escutar
E respirar o ar novo que nos damos,
Em ti nem penso mais – estou a estar.”

Poema de Elizabeth Barrett Browning, traduzido por Leonardo Fróes
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