Arquivo de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

Boêmia

A noite só consegue dormir de dia?

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Quando a luz dos olhos teus desencontra a luz dos olhos meus

“Pessoas sensíveis e corretas também podem desamar, ou o amor pode desviar o olhar. Se a parte física do amor acaba e fica só a amizade segurando a relação, o amor pode ter olhos para outro amor — e aí, vai calar? São as pessoas que celebram compromissos e juras; o amor, eterno enquanto dura, nem sempre assina embaixo. O amor se compromete é com a atenção, a gentileza, o bom humor, o carinho, o calor, o desejo satisfeito, a mesa essencial, a solidariedade, o capricho na relação. Tudo isso pode faltar, e então os olhos procuram outros olhares.”

Trecho da crônica A Hora de Acabar, de Ivan Angelo

terça-feira, 5 de julho de 2011

Usura tem cura?

“um
dois
três
o juro: o prazo
o pôr / o cento / o mês / o ágio

porcentágio.

dez
cem
mil
o lucro: o dízimo
o ágio / a mora / a monta em péssimo

e m p r é s t i m o.

muito
nada
tudo
a quebra: a sobra
a monta / o pé / o cento / a quota

h a j a   n o t a
agiota.”

Poema Agiotagem, de Mário Chamie, que morreu no domingo 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

De mel ou de fel?

“Marcelo não gosta de relacionamento sério. Prefere um divertido.”

Do Facebook de Marcelo Rubens Paiva

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Já notou como, às vezes, um ponto de exclamação faz toda a diferença?

Do blog O Olho da Rua
(clique na imagem para ampliá-la)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Manual de primeiros socorros

Se faltar carinho? Ninho.
Se tiver insônia? Sonha.
Se faltar a paz? Minas Gerais.
Se tiver vontade? Chama.
Se ficar sozinho? Pega a solidão e dança.

A partir da canção Três Dias, de André Dahmer e Marcelo Camelo
Interpretada por Marcelo Camelo
Imagem de Amostra do You Tube

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O doido e a doida


Mãe e filho, os dois fizeram o colegial juntos numa escola pública de São Paulo. Vinte anos depois, ela dirige um café filosófico na periferia e ele é o rapper Criolo, autor de um dos melhores discos de 2011
(mais…)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

As dores do mundo nunca serão maiores do que a minha?

“porque você é a ideia mais perfeita de deus,
porque me bato nas paredes, quero gritar
nas ruas, porque não importa a chuva, a falta
de luz na cidade, os mortos pobres do Haiti,
porque estou aqui, pensando o que eu faço
com essa mulher que vai embora enquanto
eu ficarei com toda essa maravilhosa carga
de quem tocou no fogo azul incomensurável
que não chega a queimar a pele, mas deixa
marcas do que teimamos em não chamar,
jamais chamar de amor, porque não sei mais
chamar o que me chama cada dia mais perto
enquanto perdemos os dias, exaustos, loucos,
e aqui morro de asma na calçada de teus pés.”

Assassinos Também Mandam Flores, poema de Leonardo Marona

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O celular prejudica ou não a saúde?

“Para Adilza Condessa Dode, doutora em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais, a classificação ‘possivelmente cancerígena’ que a OMS conferiu à radiação emitida por antenas de telefone celular já basta para a adoção do chamado Princípio da Precaução, que diz que, se ainda não há certeza sobre danos que uma tecnologia causa à saúde, é melhor adotar medidas restritivas do que esperar até que aconteça o pior. Em sua tese de doutorado, defendida no ano passado, Adilza relacionou as mortes por câncer acontecidas em Belo Horizonte entre 1996 e 2006 com a proximidade da residência dos doentes a antenas de telefonia móvel: 93% dos casos das mortes ocorreram a até 500 metros de alguma antena. Foram analisados só casos de câncer que a literatura médica já sabe estarem relacionados à ação do campo elétrico gerado pela radiação, como de mama, pele, próstata, pulmão e fígado. Com sua pesquisa, Adilza alerta que o problema da radiação do celular na verdade são dois: a alta radiação emitida quando o aparelho é usado para fazer ligações e o longo tempo de exposição a campos eletromagnéticos mais fracos criados pelo sistema de antenas de celulares, radares, rádios e TVs. Para a engenheira, a poluição eletromagnética é o maior problema ambiental do século 21, principalmente porque ainda não se tem certeza dos efeitos que ela pode causar.”

Trecho da reportagem O que o celular faz a suas células, de Carla Peralva

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Homo solaris

Quadrinho de Adão Iturrusgarai
(clique na imagem para ampliá-la)
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