Arquivo de julho de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

Copa América ou Fashion Week?

“Como a seleção consegue perder quatro pênaltis? Eu sei, não dá pra bater pênalti de salto alto.”

Do humorista José Simão
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

O que não tem remédio nem nunca terá?

Os inúmeros comprimidos que precisava tomar pela manhã o lembravam diariamente daquilo que já não podia esquecer.

A partir do conto Tratantes, de Ana Maria Machado

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Quando a flora é fauna

Quadrinho de Laerte
(clique na imagem se quiser ampliá-la)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O cúmulo da insônia?

Pôr a noite para dormir.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Qual o som do vazio?

“Sem você
É um silêncio tal
Que ouço uma nuvem
A vagar no céu
Ou uma lágrima cair no chão”

Trecho de Sem Você 2, nova canção de Chico Buarque  

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mesmo quando assopro, mordo?

“Às vezes o tigre em mim se demonstra cruel
como é próprio da espécie.
Outras, cochila
ou se enrosca em afago emoliente
mas sempre tigre; disfarçado.”

Poema Fera, de Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 15 de julho de 2011

E se o criolo doido gostasse de bichos?

Imagem de Amostra do You Tube
O Samba Animal, de autoria desconhecida
Dica de Daniel Carezzato

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Amor não é bumerangue, sacou?

Clique na imagem para ampliá-la
Dica de Vinícius Gico

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Quanto custa uma ilusão?

“Qual o motivo de você pagar US$ 100 por uma garrafa de vinho se desconfia que a de US$ 15 pode ser igualmente boa? Em várias degustações às cegas, as pessoas não conseguem distinguir a diferença entre uma e outra. Lojas de bebidas dizem que, quando querem que um vinho tenha mais saída, sobem o preço da garrafa. Muitos acham que o preço alto garante a qualidade. Há repercussões importantes a partir daí. Fizeram uma experiência sobre o controle da dor fornecendo apenas placebos, e não o comprimido analgésico, a dois grupos. Um deles foi informado de que o placebo custava R$ 2,50 por comprimido. Ao outro disseram que cada um custava R$ 0,10. O grupo que tomou o placebo ‘mais caro’ disse que o analgésico fazia mais efeito! Era o preço tendo um impacto na sensação física das pessoas por meio de um truque psicológico. Ou seja, a nossa relação com os preços está longe de ser óbvia. Achamos que fazemos avaliações de preços, mas a razão, muitas vezes, perde para o instinto.”

Do jornalista norte-americano Eduardo Porter, autor do livro O Preço de Todas as Coisas – Por que Pagamos o que Pagamos

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Quem matou Odete Roitman?

O Gilberto Braga, uai.

A partir da nota Canal Viva exibe último capítulo de “Vale Tudo” hoje
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