Arquivo de junho de 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

Qual a diferença entre um artista e um quase artista?

– Até eu poderia ter criado isso, desdenhou o rapaz diante de uma instalação.
– É, mas você não criou…

A partir do Twitter de Rita Lee 
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terça-feira, 7 de junho de 2011

Melhor prevenir do que remediar?

Matou-se por medo da morte.

A partir da crônica E a medicina, hein?, de Antonio Prata

segunda-feira, 6 de junho de 2011

De bode do bode

“Estava eu em Nova York lançando o filme O Que É Isso, Companheiro? quando, em um jantar com a Lucy e o Luiz Carlos Barreto, li no cardápio a opção Slow Cooked Kid. Um pouco chocada com a ideia de que cozinhavam crianças devagarzinho em Manhattan, perguntei o que era kid para o garçom. Era bode, me explicou ele. Quando chegou o meu bode cozido lentamente, senti um cheiro estranho no ar. Polida, encarei o pedido sem reclamar. Luiz Carlos, nordestino curioso, pediu para provar a versão americana da iguaria de sua terra natal. Quando sentiu o mesmo gosto esquisito, me mandou parar de comer, chamou o garçom e repetiu algumas vezes entre o inglês e o português retado: ‘The bode is no good. You don’t know how to remove the nhaca from the bode. You have to remove the nhaca‘.”

Trecho do artigo Micro-ondas, de Fernanda Torres

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Crise conjugal

– Preciso conversar com você.
– Devo ir armado?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ninguém resiste à tentação de atingir o topo da pirâmide?

“Palocci é o Eike Petista.”

Do site Que Merda!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O que vou ser quando crescer? Tudo!

Cartum de Dan Piraro
(clique na imagem para ampliá-la)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Carro é uma máquina de transformar o pouco em demais?

Clique na imagem para ampliá-la

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Esgrima

– Cê falô?
– Num falei.
– Cê falô!
– Num falei!
– Cê falô!!
– Num falei!!
Cefaleia

A partir do poema Cefaleia, de Binho

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Como saber se o distraído não está, na realidade, concentrado?

“Escritores, mesmo os de aparência mais inofensiva, são perigosos. Quando se encontram em processo criativo (…),  não se pode contar com eles para nada. Estão sempre ocupados, escrevendo. Ou pensando sobre o que escreveram ou vão escrever. Não lhes diga que podem parar um instantinho para isso ou aquilo. Não podem. Não repita a pergunta que eles não escutaram por estarem distraídos pensando em outra coisa. Eles nunca vão te responder. Aliás, entenda de uma vez: escritores nunca estão distraídos. Não se engane. Eles simplesmente estão em outro lugar. Não por distração, como se tivessem escorregado deste mundo para outro, mas por escolha.”

Trecho do artigo Nem criador, nem criatura, de Claudia Lage

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A elegância verdadeira vê na moda o seu principal inimigo?

Engravatados, vídeo de Marcelo Pedroso
O título do post remete a um aforismo de Carlos Drummond de Andrade
Dica de Gianni Paula de Melo
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