Arquivo de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Assim caminha a feminilidade

Uma amiga me telefonou ontem, divididíssima: “Vou de chinelinho ou sandalinha?”. Invoquei o sagrado direito de permanecer em silêncio.

A partir de um comentário de Marcelo Rubens Paiva 
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cachorro quente

Dica de Marilia Ferrari
(clique na imagem para ampliá-la)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dondoca no naufrágio

– Não se preocupe, querida. Caymmi já dizia que é doce morrer no mar.
– Doce?! Justo agora que comecei um regime…

terça-feira, 12 de abril de 2011

Por que sempre desejei virar um craque do basquete?

Imagem de Amostra do You Tube

terça-feira, 12 de abril de 2011

É muito querer pouco?

“hoje preciso de coisas simples:
um prego
um martelo
uma tábua”

Observações à Mesa de Trabalho, Número 2, poema de Alberto Martins
Dica de Alcino Leite Neto

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Metódico

Sabe o que mais me assusta quando penso na morte? Que morrer significa uma quebra brutal de rotina.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Agora, logo agora, justo agora?

Imagem de Amostra do You Tube
Inoportuna, canção de Jorge Drexler, interpretada por ele mesmo
O título do post remete à música Justo Agora, de Adriana Calcanhotto
Imagem de Amostra do You Tube

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Por que o Facebook preocupa tanto os executivos do Google?

“A página inicial do Google pergunta para quem o visita o que ele quer da rede. Isso fazia sentido na virada do século. Hoje em dia, com a tonelada de informações que recebemos, não. Não queremos descobrir coisas novas. Nos anos 10 do século 21, queremos que nos digam o que vale a pena. Eis a sacada do Facebook, que cresceu muito no último semestre: em vez de perguntar o que o internauta quer, o site oferece dicas de amigos.”

Trecho de A guerra dos botões – Google copia ‘curtir’ do Facebook, artigo de Alexandre Matias

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A descoberta do absurdo

Ontem à tarde, minha sobrinha de 11 anos me procurou pela internet. Menos eloquente do que o habitual, fez um pedido: “Coloque uma florzinha diante do seu nome no MSN. É para homenagear as crianças que morreram hoje. Lá no Rio, você sabe…” Depois, contou que iria espalhar a solicitação por toda a rede. “Espalhe você também”, sugeriu. Ficou uns bons minutos sem dizer nada e, então, perguntou: “Tio, você consegue me explicar o que, afinal, aconteceu naquela escola?”

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Quem espera sempre cansa?

Do blog de Bruno Moreschi
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