Arquivo de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pra que tanta pressa?

“Andando devagar eu atraso o fim do dia.”

Do poeta Manoel de Barros
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade



Cartum de Caco Galhardo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Houve um tempo, acredite, em que as imperfeições saíam para tomar sol tranquilamente

“Quando começou a surgir a celulite no mundo? Antes a gente acordava, o dia estava bonito, botava um maiô e ia ser feliz. Não pensava em rugas, peito, celulite.”

Da atriz Irene Ravache, de 66 anos

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Por que você insiste em dizer que só vejo as coisas do meu jeito?

Cartum de Jean-Jacques Sempé
(clique na imagem para ampliá-la)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Abandonar-me

Como seria não ser o que sou?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Olé ou olê olá?

“O Ronaldinho Gaúcho faz tanto floreio, tanta firula em campo que ele devia ir mesmo pra Portela! Sambista da Portela!”

Do humorista José Simão

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Xico Sá?

Não, é Woody Allen no filme Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, de 1977. Salvo engano, o autêntico Xico _jornalista, escritor e boêmio do Cariri_ está logo abaixo:

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Assassinato do Homem Verticalmente Prejudicado, mas Horizontalmente Avantajado

Em nome da correção política, a editora norte-americana NewSouth Books cometerá a sandice de trocar o substantivo “nigger” (algo como crioulo) por “slave” (escravo) numa nova versão do romance As Aventuras de Huckberry Finn, clássico de Mark Twain. Que eufemismo usaria se tivesse de publicar a novela O Assassinato do Anão do Caralho Grande, de Plínio Marcos?

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Gurus?

Prefiro os guris.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Pelo direito de não dividir a escova de dentes com o Snoopy

“Até gosto [de cachorros]. Acho-os bonitinhos quando pequenos e simpáticos depois de grandes. Só não quero que eles babem na minha mão, estampem as digitais em meu peito ou resolvam, na flor da idade, aliviar suas urgências mais íntimas em minhas castas panturrilhas. Se eu dissesse que não quero que um colega de trabalho lamba minha mão enquanto digito, ou que o vizinho adolescente se atraque à minha coxa toda vez que tomo o elevador, seria acusado de misantropo? De inimigo da humanidade? Pois então, meus senhores, o que há de errado em esperar dos quadrúpedes _domesticados, de acordo com seus defensores_ o mesmo respeito a certas regras mínimas de conduta e civilidade?”

Trecho de Cachorrófilos & Caninófobos, crônica de Antonio Prata
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