Arquivo de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Uma aparição

– Bonita? Era mais que bonita!
– Linda, fulgurante, hipnótica?
– Mais, muito mais. Era tão maravilhosa que, diante dela, “esplendor” soava como uma palavra rude.

A partir do romance Milagrário Pessoal,de José Eduardo Agualusa
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Fair play

Quadrinho de Laerte
(clique na imagem para ampliá-la)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Smartphones são tão smart que podem nos roubar um amor?

“De manhã
Quando ainda penso em acordar
Ela já está a dedilhar
Mexendo feliz no seu novo brinquedo
Eu não vou nem me comparar
Não tenho como disputar
Pois não mando e-mail
Só mando desejo
Essa é minha situação
Eu quero sua atenção
E já fiz, imagino, até onde eu podia
Eu penso até em desistir
O que eu posso fazer é ir
Não possuo tamanha tecnologia
Ela me trocara por um BlackBerry”
Samba do BlackBerry, de  Rafael Rocha e Alberto Continentino
Para escutá-lo, interpretado pela banda Tono, clique
aqui

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Unidos venceremos?

Cartum de Gervasio Troche

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Luta de classes

“- Não quero.
– Hã?
– Já disse que não quero.
– O quê?
– Chocolate.
– Chocolate?
– Você quer me vender chocolate, não é?
– Que chocolate, minha senhora?!!
– Bala-chiclete?
– Não, porra!
– O senhor é Hare Krishna, não é?
– Hã?
– Da Igreja Amanhecer em Cristo, essas coisas?
– Não!
– É cego?
– Cego?
– Tá com uma ferida e quer comprar remédio?
– Chega, caralho!
– O quê?
– Isso é um assalto, não tá vendo? (…)
– E por que você não faz alguma coisa?
– Eu?
– Chama a polícia?
– Essa velha é doida!
– Quem é doida?
– Chapadona! Passa logo a bolsa.
– Não falei?
– O dinheiro, minha senhora.
– Não quero.
– Hã?
– Já disse que não quero.
– O quê?
– Chocolate.”

Trecho do conto Linha do Tiro, de Marcelino Freire

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Antes da hora

A morte sempre chega cedo, já que toda vida é breve?

A partir do poema A Morte Chega Cedo, de Fernando Pessoa
F
oto de Ana Teixeira

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pra que explicar se podemos confundir?

“Acho patéticos os ficcionistas que continuam claros no século 21, aqueles que fazem romances límpidos. São artistas vulgares. Pessoas ignorantes. A limpidez ficcional, no mundo contemporâneo, revela personalidades muito simplórias.”

Trecho de Fisiologia da Solidão, texto de Ricardo Lísias

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A constância do inconstante

O menino, de uns 8 ou 9 anos, se aproxima da banca de jornal.
– Moço, tem figurinha do Pokémon?
– Não. Hoje não tem.
– Droga! Sempre nunca tem!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Quem disse que viajar levanta o astral?

Foto de João Fábio Cabral
(clique na imagem para ampliá-la)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Paixão cola mais que Super Bonder?

“Chico fica todo festeiro
Com o cheiro que Chica dá
Chica mexe com Chico inteiro
Que nem mexe no caçuá (…)

Debaixo da goiabeira
Numa noite de luar
Chico e Chica na esteira
Quero vê tu separar”

Trecho de Chico e Chica, canção de Roque Ferreira
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