Arquivo de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O fim e o começo

“Birthday, death day
what day is not both?”

Trecho de um poema de John Updike
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O seguro morreu de velho, mas viveu como um tolo

– Você enxerga o oceano daqui?
– Não.
– Então tire o colete salva-vidas!

A partir de um quadrinho de Charles M. Schulz

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Perdição

Antes houvesse amado o labirinto
o seu desenho, o engenho – o infinito
que escorregar por esse amor escuro
em cujo centro me devoro eu mesmo?

A partir do poema Ariadne em Naxos, de Francesca Angiolillo

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Concede-me a honra de sambar em mim?

“Queria ser pandeiro
Pra sentir o dia inteiro
A tua mão na minha pele a batucar”

Trecho de São Coisas Nossas, canção de Noel Rosa
Imagem de Amostra do You Tube

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Por mais que me julgasse atento, virei apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc etc?

Sisyphus’ Labour, video de Milena Galli
A pergunta se baseia em um
poema sem título de Manoel de Barros

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Quem roubou a ingenuidade que estava aqui?

Ilustração de Luiza Pannunzio
(clique na imagem para ampliá-la)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Déficit de atenção

“Se você me ama, por que não se concentra?”

Da poeta Ana Cristina Cesar

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Descartes versus Santa Teresa D’Ávila

Ver para crer ou crer para ver?

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Descartes versus Santa Teresa D'Ávila

Ver para crer ou crer para ver?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nenhuma solidão é maior que a dos inconsoláveis

“demora-me o medo a ponto de me deixar vincada.
pela primeira vez não quero a felicidade.
pudesse aparava a tristeza com as mãos para entorná-la
_ também não me serve a tristeza _
não me pergunte se me sinto melhor ou se tenho certeza.
será tão difícil conceder-me uns minutos  (semanas) de sofrimento?
não, eu não quero me abrir, eu não quero sair, não quero presentes.
eu só quero que doa.
que deus me permita sangrar em torrentes
e não deixe afrouxar o nó que se dá na garganta.
quero sentir apertar o diafragma até que o ar me falte.
eu quero que o ar me falte.
e que o chão me falte pra que eu não possa me encolher chorando.
conceda-me, deus, soluçar até que o som nebline.
eu quero ser trapo.
farelo.
migalha.
deus, conduza-me a nada.”

Além Dor, poema de Júlia Medeiros 
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