Arquivo de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

No meio do caminho, sempre haverá uma pedra?

“Quase fiz tudo certo pra ser feliz
Quase que eu fiz de tudo
mas eu não fiz.
Quase alcancei a glória
foi por um triz.”

Trecho de Quase, canção de Luiz Tatit.
Interpretada por Clara Sandroni
Imagem de Amostra do You Tube
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vaidade? Só tenho uma: me vilanizar em público

“Não ocultei o monstro: jamais hei de ocultá-lo.
Jamais erguerei paredes para vedá-lo às vistas dos curiosos
e maledicentes.
Jamais hei de exilá-lo.
Ao contrário:
plantei-o no trono do salão central do palácio que ergui
para abrigá-lo, na capital do meu reino, no umbigo desta
ilha que eu mesmo tornei eixo
do mundo.
Que para ele convirjam todos os turistas, todas as rotas
marinhas, todas as linhas aéreas, todos os cabos submarinos,
todas as redes siderais.”

Trecho de Minos, poema de Antônio Cícero 

sábado, 23 de outubro de 2010

Peraltas

Bolinha de papel e rolo de fita crepe no Serra? Bexiga d’água na Dilma? Chama a Supernanny!

A partir do artigo Ueba! Bolinha x fita crepe, de José Simão

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Quando sentem que o tempo voa, os homens se assemelham a Deus?

“Porque mil anos à vista do Senhor são como o dia de ontem, que já passou.”

Trecho do Salmo 90

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Se isso não é bonito, o que mais pode ser?

Imagem de Amostra do You Tube
Videolog de Alberto Lung

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cognição

Para boa palavra, meio entendedor basta?

A partir de um trocadilho do cantor Zeca Baleiro

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

E a Penélope Cruz, não merecia nem uma ilhazinha?

Quadrinho de Caco Galhardo
(clique na imagem para ampliá-la)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mesquinho

Se o tempo tem todo o tempo do mundo e nós estamos sempre com pouco tempo, por que o tempo não distribui mais generosamente o muito tempo que tem?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Bangue-bangue

Em uma avenida de São Paulo, um Palio bateu na traseira de um Celta que reduzira a velocidade porque pretendia virar à direita, como indicara pelo pisca-pisca. Os dois motoristas, esbravejando no meio da rua, chamaram a atenção de um policial, que se aproximou. Depois de avaliar a situação, o guarda perguntou para o condutor do Palio:
– O senhor não viu a seta?
– Seta? Meu amigo, eu não vi nem mesmo o índio…

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Anjo caído

De que me servem as asas, se já não encontro o voo em mim?

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