Arquivo de junho de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

E se o sol resolvesse bancar a estrelinha?


Cartum de Arnaldo Branco
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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pode um murmúrio soar como um trovão?

“Em terra de surdo-mudo, sussurro de amor é grito.”

Da designer Bebel Abreu

terça-feira, 29 de junho de 2010

Falar?

Quanto mais me calo
Quanto mais me escuto mudo
Tanto mais me alcanço
E, em silêncio, digo tudo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Raio

É o chicote de São Pedro?

A partir do livro Indez, de Bartolomeu Campos de Queirós

terça-feira, 29 de junho de 2010

Enquanto insistir em citar jamais conseguirei citar-me?

“Tudo o que não leva aspas sou eu.”

Do blog Palavroteca, de Júlia Medeiros 

terça-feira, 29 de junho de 2010

Trauma de infância

Quadrinho de Fernando Gonsales
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Miss impalpável

“A coisa mais importante numa mulher? É o espírito. Sem o espírito, tudo fica vazio _até a beleza se perde, se deteriora, cai no ralo da pia, como diria Sartre.”

De Tom Zé
Dica de Sheyla Miranda

terça-feira, 29 de junho de 2010

Se trocar a contrição pela descontração, irei para o inferno?

domingo, 27 de junho de 2010

É mesmo ruim ter a memória fraca?

Quem se esquece de tudo nunca esquece o gozo do inaugural.

A partir de uma conversa com o ator Felipe Saleme

domingo, 27 de junho de 2010

Cegos de tanto enxergar

“Vi a Copa do Mundo começar e, com ela, um tremendo exibicionismo da TV: não sei quantas câmeras, não sei quantos ângulos. Para quê? Aparentemente, para melhor não ver. No primeiro ou segundo dia, joga a Argentina, faz gol e tal, ganha o jogo. Mais tarde, no canal SporTV, uma moça levanta a lebre: ‘Sabia que o gol da Argentina foi irregular?’. Não. Ninguém sabia. Ela foi, aparentemente, a primeira a reclamar. Toca a passar o tape de mil ângulos. Um deles repete-se indefinidamente. Lá uma câmera lentíssima mostra um atacante argentino fazendo barreira para que um defensor da Nigéria não tome posição para escorar o centro. Aos poucos, os comentaristas vão sendo convencidos de que viram um bloqueio digno de futebol americano. Mais ou menos unânimes, consentem com a garota: o gol foi irregular. O rapaz ao lado da mocinha já adianta que, talvez, o juiz não tivesse feito a diagonal corretamente, seja isso o que for. Mas, azar do canal, eis que algum espírito de porco bota no ar o teipe da jogada em velocidade normal. Vemos então que aquele bloqueio interminável não durou mais que um átimo. O tempo de a bola centrada do escanteio se aproximar da área. Revisto por aí, o bloqueio de futebol americano não existira: apenas uma disputa por espaço dessas que acontecem às dúzias todos os jogos. Mas o ‘erro de arbitragem’ estava decretado.”

Do blog de Inácio Araujo
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